Três Vezes
Muita coisa no final de semana, muito para falar. Portanto, três posts de uma só vez:
Muita coisa no final de semana, muito para falar. Portanto, três posts de uma só vez:
Nenhum de Nós
Fui ao show na Marejada na sexta. Nem o Open havia me empolgado tanto nos últimos tempos. Valeu enormemente a pena, pois o show estava ótimo e a compania era das melhores.
Dentre os eventos da noite, gostaria de mencionar um (com certeza o mais engraçado):
Estávamos o Ferio, a Milena, a Fátima e eu. Resolvemos pegar a mochila do Ferio no guarda volumes e deixamos as meninas na frente do barzinho. Claro que, ao retornar, três minutos depois, já haviam dois gaviões papeando com as garotas. Vale aqui ressaltar que somos somente bons amigos.
O Ferio se apressa e praticamente agarra a Milena, levando ela para um canto mais afastado, fazendo a maior cena. Eu chego junto e direciono aquele olhar nada amistoso aos dois manés, no maior estilo namorado ciumento. E depois olhei para a Fátima com aquele padrão de “o que está acontecendo aqui?
Um pouco surpresos com a nossa reação, os carinhas logo deram no pé… Nós mal podíamos nos conter e rimos um bom tempo por causa da reação deles. O Ferio deve comentar em seu blog o caso na visão dele, e deve ficar ainda mais engraçado.
Divertido… imensamente.
Ignorância
A pior música do mundo é com certeza o heavy metal. Os góticos são um bando de deformados que não conseguem lidar com os sentimentos. Todo e qualquer político é corrupto ou semi-analfabeto.
Bem… sendo específico (raramente sou):
Talvez eu seja um pouco intolerante também. Dias atrás disse a uma amiga que ela era fútil, sem ao menos questionar a minha visão dos fatos. E acabei por me censurar refletindo sobre o assunto mais tarde.
Intolerância gera discriminação. Preciso me desculpar com alguém.
Maldito seja Werther… e maldita seja a sua Carlota, e de Calota seu Alberto. Maldito seja eu e todas estas lembranças que me atormentam.
Trevisan me emprestou Os Sofrimentos do Jovem Werther, um livro simplesmente perfeito que estou adorando ler. Por sorte o momento é propício para este tipo de leitura, ou iria me suicidar ao findá-la. O próprio Trevisan afirma que eu sou o Werther… mas não sou não.
Goethe é muito bom com as palavras, e em suas descrições exageradas do amor e da natureza humana. Como eu agora digo… O que seria de um amor verdadeiro sem uma morte trágica?
A casa de campo não suportaria o ataque por muito mais tempo. Não era uma fortaleza e, apesar das paredes de pedra e alicerces sólidos, as portas e janelas cederam rapidamente.
Em seu aposento, a rainha Gwenllian dobrava os vestidos, pondo-os cuidadosamente numa grande urna. Havia uma certa tristeza em seus gestos. A guarda real pouco conseguia entender das atitudes da soberana, mas aparentemente não havia muito a ser feito. Winfred e seus dois companheiros eram a última linha de defesa.
Ela parou por um momento em frente a cômoda e ergueu a tampa da caixinha de música. Uma melodia suave e metálica preencheu o aposento, contrastando instensamente com os sons brutais que vinham do andar térreo.
Winfred voltou-se para Duncan, ordenando que ficasse diante da porta. Olhou nos olhos de Earl; ambos sabiam o que devia ser feito.
Saindo do quarto, desmbainharam as espadas e desceram as escadas apressados. Os últimos sentinelas e servos leais estavam sendo subjugados frente a tropa inimiga. Havia sangue espalhado pelo chão e as mesas de jantar haviam sido viradas como barricadas que se mostraram ineficazes.
Uma dúzia de soldados de mantos cinzentos ocupava o salão, e mais uns dois fomoris gigantescos, que por pouco não passaram à porta. Earl e Winfred investiram contra os soldados, derrubando dois deles quase que imediatamente. Um dos fomoris ergueu Earl pelo pescoço, quase separando sua cabeça do corpo. Winfred foi atingido por duas flechas, no peito e na coxa, mas não fraquejou.
Noutro passo, trespassou as defesas de um soldado golpeando-o á altura do pescoço. Mas este golpe foi amplo o suficiente para abrir sua guarda. Um dos soldados correu a seu encontro e perfurou-lhe uma lança entre as costelas. Winfred caiu.
Permaneceu vivo por tempo suficiente para ver o tenente atravessar seu pescoço com a lâmina de sua própria espada que permaneceu erguida, presa entre os degraus da escada.
Sabendo que a rainha estava desprotegida, a tropa seguiu para o andar superior e foi desafiada pela presença sólida de Duncan em meio ao corredor. Havia mais chances de vencê-los assim, um a um. Mas, desafortunadamente Duncan sobreviveu somente a três assaltos e caiu sob a lâmina do machado de um dos soldados.
Havia um sorriso sarcástico nos lábios do comandante quando punha a mão na maçaneta. Dentro do cômodo, a rainha voltava suas costas para a parede, divisando o manto cinzento por detrás da fresta. A melodia suave preenchia o quarto e avançava pelo corredor, melodia que Winfred conhecia muito bem, que sua irmã lhe cantarolava em sua infância.
Sua irmã havia morrido por um descuido seu, um breve momento de medo. Não se podia culpar uma criança por isto. Mas não um adulto… não deixaria que ferissem Gwenllian como fizeram a Annabelle.
Ouviu-se um som rasgado e um grande baque surdo quando o fomori tombou sob o piso de madeira. As próprias vigas da estrutura gemeram com o golpe. A espada de Winfred se ergue em sua mão, coberta em sangue negro.
Outro soldado avançou em sua direção e golpeou-o no peito com o machado. A força do golpe foi tanta que Winfred foi jogado para trás, mas permaneceu de pé. Sequer havia em seu rosto sinal de dor. Com mais um golpe, tombou o portador do machado. Os três homens no corredor ainda olhavam para ele assustados. O sangue vertia-lhe do peito e do pescoço, mas ele sequer cambaleava.
1. trabalho prá caramba… bradesco?
2. quase todas as presas restaurada
3. Alita morreu (meu HD), coloquei a Kione no lugar como suporte
4. encontrei a hobbit de 1,70
5. pessoal em Sampa, o pantufa mora na cidade da estrelinha inclusive… e eu aqui!
6. estou tentando publicar os cavaleiros, mas preciso terminar I.15.
não esqueçam de conferir a “deusa do véxo” abaixo
Continuando com a seção de arquivos, aqui vai o desenho da Nina para a série das namoradas perfeitas. Eu adorei. Sabe, se eu continuar olhando para ela cada dia antes de dormir e quando acordo, eu posso acabar me apaixonando mesmo.
Mas eu tenho ciência que não é disto que eu estou precisando… sim, estou na fase de carência novamente e as noites têm sido frias e solitárias. Ás vezes tudo o que eu queria era um abraço. Noutras eu penso que estou brincando com a sorte… que a Fortuna já foi generosa suficiente comigo para que eu fique me queixando. Eu não tenho ninguém de que eu possa sentir falta realmente, ninguém que eu clame.
E a manhã amanheceu chuvosa e cinzenta e me trouxe melancolia na minha solidão. E ela não quer me deixar.
Apaixonado? Pela noite talvez.
Quem dera teus lábios gélidos tocassem minha boca só uma vez.
Estava devendo a foto da festa a fantasia. Bem, não estou mais. clique aqui!
Há tanto a falar que nem sei por onde começar a postar…
Bem… eu queria saber o que fazer. Parece que os amigos jogam xadrez em lados opostos do tabuleiro no qual eu sou uma peça cinzenta, nem preta, nem branca. Um pobre peão fugindo das torres gigantescas e dos bispos furiosos.
E eu cercado por duas torres que chocam-se e preparam-se para cair, desmoronar. E eu continuo entre elas… espada em punho. A avalanche cai sobre mim e eu sobrevivo. Mas não sei se sobra um círculo.
Bem, queria parabenizar a estrelinha, que estréia sua primeira exposição solo. Todo o sucesso e sorte do mundo para você, minha pequena elfa no alto da torre branca.
recompilado de 4/03/01
Quero…
o vento golpeando-me os cabelos
quero…
sentir o odor da grama e do orvalho
quero…
rumar em direção as novas pastagens
a reinos que ainda não conheço
Quero…
ter comigo minha montaria,
meu mais fiel companheiro
quero…
correr com ele sem rumo ou direção
quero…
fugir de toda dor que me aflige a alma
Quero…
minha espada em punho
quero…
a rédea e a sela
quero…
no coração a coragem
e na alma a honra
Quero…
que a tempestade se aproxima
e traga com ela a guerra e a fúria
quero…
um beijo salgado pelas lágrimas
quero…
minha espada e minha grande guerra…