mai
15
2004
… “já vão fazer 4 anos… leia o post acima. deixa a makura viver a vida dela. e vamos viver as nossas? c tá vendo uma coisa rara, geralmente eu sou o cara que cria as discussoes, não o cara que as encerra. eu não tenho nada contra vc, embora eu já tenha tido. eu sei o que vc fez, e aprecio muito…”
-shi.
Tem algo entre o meu Orgulho e a minha Honra que não está bem resolvido. Eu preciso pensar. Mas agora?
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mai
14
2004
- Ravenloft, Cenário de Campanha, pág 212
O orgulho é digno de atenção especial. Ele é considerado o maior dos pecados capitais e, nas histórias góticas, com certeza é o sentimento que causa mais problemas. Quase sempre, o orgulho do homem perante suas realizações e habilidades é responsável por sua ruína – e arrasta tudo que ele ama junto. O cientista que ignora as leis da natureza, o pecador que acredita estar além do alcance dos deuses, a mulher convencida de sua virtude que acredita estar acima de qualquer tentação… todos fundamentam os alicerces de sua própria destruição.
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mai
13
2004
Sobre a torre eu permaneço de pé.
Estou em meio a uma tempestade torrencial a dias. Eu estou encarando de cabeça erguida. Sei que preciso de apoio, mas quem um dia me ofereceu não está mais aqui.
Ás vezes eu simplesmente percebo a pouca importância que tenho… nos momentos que realmente preciso de alguém. E eu continuo me importando, mesmo que isto não signifique muito.
Não por ter sido abandonado na noite que mais me senti inseguro, não por ter a certeza de nunca ter recebido um amor pleno, não pelo excesso de trabalho da semana que se segue e da que virá, não por sentir-me uma peça cinza em meio a um tabuleiro de xadrez, e não pelo texto abaixo…
Por tudo isto… e outros mais.
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mai
12
2004
Com os olhos fixos no horizonte, Johan permanecia de pé sobre a muralha semi-destruída que limitava o pátio da fortaleza. Notou então as luzes que tremulavam na estada e voltado a seus companheiros gritou:
- Estão vindo!
Sobre o calçamento destroçado um lobo adormecido ergueu a cabeça e rosnou para o alto, mas foi logo acalmado pelas mãos calejadas de seu instrutor. Ao lado dele, o cavaleiro de túnica também levantou-se, segurando seu elmo.
Conforme os cinco cavaleiros se aproximavam, a lua descobria-se de seu manto sombrio, lançando uma luz leitosa sobre o pátio, refletindo a estátua de vidro fosco sobre o pilar central. Uma estátua em tamanho natural de uma dama pequenina, envolta num manto delicado que lhe descia aos pés, segurando contra o peito uma rosa cristalina. A estátua não era translúcida, ao contrário, fosca e esbranquiçada.
O primeiro cavaleiro a adentrar o pátio somente fora notado quando sua forma sombria atravessou os portões. Tinha um manto negro encobrindo-lhe o elmo e as costas e este parecia mover-se com vida própria. Desmontou e caminhou lentamente sobre as pedras.
Uma estranha canção iniciou-se de lugar algum, com notas agudas e confortáveis, inebriava os presentes de estranha apatia. As palavras mal podiam ser ouvidas, mas as notas preenchiam o ar como que transformando a noite em dia.
Uma lágrima cristalina brotou de um dos olhos da Dama de Vidro. E neste instante, a forma fantasmagórica do Lorde Enforcado apareceu, como que conjurada em meio as névoas. Tinha os cabelos desgrenhados, a feição era contorcida em ódio, e seus olhos estavam fixos em seu objetivo: o Cavaleiro Sombrio.
Silenciosamente caminhou até ele, com a espada erguida em ambas as mãos. O cavaleiro também desembainhara a sua e o primeiro golpe a ser ouvido foi o choque do metal. Mas a lâmina do enforcado atravessara a espada do cavaleiro sombrio, indo cravar-se em sua armadura, sobre o ombro.
Talez ele houvesse sofrido com o golpe, mas dentro de seu elmo sua face era invisível e grito nenhum fora ouvido. O que se seguiu foi um duelo silencioso de espadas que desapareciam em meio as sombras que formavam do manto do cavaleiro.
Conforme as lágrimas fluíam sobre os olhos da dama, os golpes do cavaleiro sombrio se tornavam mais certeiros, e volta e meia não trespassavam o corpo etéreo do seu oponente, que gritava blasfêmias em desafio.
Em um esforço final, estocou o cavaleiro sombrio forçando sua espada a atravessar as falhas da armadura, surgindo em suas costas. Novamente não houve expressão de dor ao cavaleiro, mas sua manopla ergueu-se e segurou com firmeza o punho do oponente. Ele tentou livrar-se, mas em vão. Ergueu com força sua própria espada e num único golpe separou definitivamente a cabeça o lorde de seu corpo, que desfazia-se nas névoas.
Vitorioso, avançou a passos lentos em direção da estátua. O canto se tornava mais forte e decidido, sua voz era satisfação e júbilo e assim que a manopla do cavaleiro tocou sua mão de vidro, a capa sombria caiu ao solo, espalhando as peças de metal por sobre as pedras do pátio.
Lágrimas verteram-se dos olhos da Rainha de Vidro, que partia-se aos poucos, liberando blocos de vidro que se desfaziam-se ao chão. Restara pouco mais do que uma forma difusa com sinais de uma beleza perdida.
E nesta noite três dos senhores sombrios foram libertos das brumas dos Domínios do Terror. A não ser que os Poderes Sombrios tivessem outros planos.
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mai
11
2004
sou rico
e mal tinha consciência de quanto
obrigado, pelos sorrisos, pelos abraços, os colos, as palavras, os beijos
obrigado, a todos vocês vanires
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mai
6
2004
E ontem eu causei vários problemas meloDramáticos. Muito chateado comigo mesmo.
Escrevi o texto para o evento mas, ele está muito cru e afiado. Acho que exprime o que eu sinto, bem demais. E ninguém entenderia.
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mai
6
2004
Pegue o livro mais próximo de você;
Abra o livro na página 23;
Ache a quinta frase
Poste o texto em seu blog junto com estas instruções:
“Behind him, metal rang on metal as his brothers engaged more guards.”
Irish Folk and Faery Tales Omnibus – Michael Scot
E eu achei isso aqui
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mai
4
2004
A grande porta de madeira cede ao peso do soldado e se abre, arrastando-se ao chão e provocando ondas nas névoas que cobrem seu tornozelo. As placas de metal sobre as botas estalam confome ele recua.
O elfo é o primeiro a entrar no salão, a passos silenciosos. Ele força a vista para alcançar os degraus na extremidade oposta e o trono ocupado acima deles. As ruínas se estendem, largas colunas de pedra caídas a sua direita e esquerda, e os altos vitrais despedaçados sobre o chão. Parte do teto ruiu há muito tempo, espalhando entulho por toda a extensão da câmara.
A vistani se adianta, em seu longo vestido negro, quase como uma sombra sob os raios prateados que incidem do teto. Ela avança decidida, seguida por seus companheiros.
O último deles entra com um livro aberto sob os olhos e quase tropeça numa das vigas caídas. Espantado, ergue os olhos para os companheiros ajeitando os óculos.
Ouçam isto – diz – este conto descreve a saga do cavaleiro e de sua queda nos montes Balinok. Semanas após sua morte, enquanto os conflitos ainda duravam contra os barovianos, ele ergueu-se e cavalgou sozinho pela noite em busca dos seus companheiros nos campos de batalha e lutou ao lado deles mesmo ao raiar do dia.
Enquanto ele enumerava os feitos do cavaleiro sombrio, caminhava na direção ao balcão e a seu trono. Parou ao pé da escada e voltou os olhos para cima. Um arrepio percorreu sua espinha conforme vislumbrava a armadura caída sobre a pedra fria.
Era completamente coberto por placas desgastadas, e seu elmo fechado pendia sobre o próprio peito, parcialmente encoberto por uma capa negra que descia-lhe por sobre os ombros. Uma das manoplas jazia ao lado do trono, segurando inutilmente o pomo de uma espada longa. Não havia sequer um movimento em toda a câmara a não ser pela respiração dos companheiros.
Kardanon, o elfo ergueu seu arco em direção da figura sombria e aguardou. Grigori desembainhou a espada e tomou-a em posição de guarda, mas voltando-se para Litha, questionou-a:
- Precisamos realmente despertá-lo?
A garota não respondeu, mas ergueu seu olhar sombrio. Éfeso distanciou-se com o livro sob o braço enquanto a vistani retirava o pergaminho de sua algibeira.
- Talvez eu não saiba cantar como ela, mas preciso tentar.
E recitou:
“Por eras infindáveis mantivesses tua honra
e eternamente a tua palavra
mas hoje a promessa se findará
porque tua rainha clama por teus préstimos,
e seu canto a ti se eleva”
Com o término do canto, o silêncio reinou absoluto novamente, mas por somente alguns intantes. Os companheiros olharam uns para os outros, mas então a manopla se fechou no punho da espada e o elmo se ergueu. A armadura estalou, rachada pelo tempo, mas o cavaleiro sombrio caminhava novamente.
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mai
3
2004
O final de semana foi…
1. Sábado durante a manhã eu encontrei um amigo de muito tempo. Naquele tempo eu não o considerava o amigo que considero hoje. Sabe quando teu professor deixa de ser um professor? Hoje ele me traz ótimas lembranças, pois não mudou nem um pouco. Eu sempre vou considerar demais o David.
2. Saímos para comemorar o aniversário do PV. A mesma galerinha de sempre, fora a Karol. O Ike estava por aqui também, e a Clarissa, a Mina e o Rica, a Beta e eu, claro. Boas conversas.
3. Open no sábado a noite. Fui pela fantasia… encarnei o Draven novamente. Deu raiva ser chamado de Kiss, Alice Coper e Marilyn Mason, mas fazer o que? O meu vibe, é meu mesmo… e o pessoal que me importa está considerando isto. Penso em assumir mais minha gothikisse. Encontrei até o Leandro e o Silvio… solteiros como eu.
4. Ótimas as conversas com o Ferio e o Trevisan, principalmente aquelas da madrugada.
5. e as disputas de elogio com a Amanda. Deixamos um ao outro sem reação tantas vezes. É chato saber que ela me conhece tão bem, mas por outro lado…
e hoje…
Aniversário da minha mãezinha querida. Ela merece todos os elogios deste mundo, e eu vou fazer questão de numerá-los para ela.
e aniversário da Dani, a minha irmãzinha adorável.
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