Resenha: Irish Folk and Fairy Tale

“I am the last born of my race; born of a human mother and elven sire, mine was the first birth for many, many years. The elven race is dying, son of Man.
But… but, what do you need to survive?
Faith! And the elven lord walked down the side of the fort into the swirling mist, and was gone.”

– The Last Outpost, do Irish Folk and Fairy Tale

Terminei de ler o livro ontem. Este trecho é o final do útlimo conto. Por um momento um sorriso surgiu nos meus lábios, mas em instantes uma estranha sensação de frio me percorreu a espinha e um estranho vazio invadiu o meu ser.
Vocês vão achar engraçado, mas eu sinto muito. Sinto a partida do Povo Belo e de toda a magia que existia neste mundo. Sinto os portais de Arcádia terem-se fechado para o mundo dos Homens. Sinto uma estranha tristeza nisto tudo.
A fantasia foi devorada pelo marketing e pelo consumismo, e hoje as crianças nem sabem mais o que é uma fada, ou um gnomo, a não ser pelos filmes da Xuxa.
A fantasia se foi na Irlanda. E se lá ela não existe, que dirá aqui.
Entristeço



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