dez 29 2004

Fim de Ano

Passou-se o Natal, e vem logo o próximo ano. Eu tenho muitas idéias, muitos projetos, e muitas promessas ainda para cumprir: uma resposta á altura para a carta da Dani, o retorno do meloDrama, a faculdade. Como sempre, a minha vida parece tomar um rumo mais definido no início de novas jornadas… mas estes rumos invariavelmente se alteram no decorrer da viagem, como é de se esperar.
Um ótimo fim de ano a quem lê. E perspectivas ainda melhores para o ano que começa.

PS: estarei em Porto Belo nestes últimos dias, fazendo o possível para fugir até Zimbros, embora eu ainda possua o celular para mensagens de última hora.
See ya!

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dez 23 2004

Que os desejos se realizem…

Bem, chegou o Natal finalmente… é uma época ótima para ouvir e presentear, para rever os amigos e festejar a amizade e tudo aquilo que há de bom. Bem, eu não pretendo frequentar este blog com assiduidade, potanto… boas festas a todos e é só.
Que os desejos se realizem, porque o meu,… bem.

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dez 21 2004

Corda de Cânhamo em Carvalho Rígido

Os melhores arcos são compostos, feitos de madeira forte e flexível nas hastes, uma empunhadura rígida e pontas em osso. Este tipo de arco tem capacidade de vergar o suficiente, de modo a pemitir que a corda se abra num ângulo maior. Os arcos simples, feitos de uma única peça de madeira são mais resistentes e dobram de maneira mais sutil, não permitindo que a pena alcance as orelhas do arqueiro.
As cordas, em geral de cânhamo tendem a partir-se com relativa facilidade quando molhadas ou expostas a pressão extrema. São rudes e grossas o suficiente para partir o dedo de um homem.

Me sinto cansado, esticado como uma corda de cânhamo num arco de carvalho rígido.

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dez 17 2004

Eleanor

– Há quanto tempo você trabalha para ele? – perguntou ele.
– A vida toda – disse Eleanor, e depois acrescentou, tímida: – Eu tenho 15 anos.

– É melhor ficar comigo – ele disse a Eleanor. – Assim não irá se machucar. Eu vou levar você para o acampamento, e quando nosso exército for embora, você poderá voltar para cá.
O que ele queria mesmo era dizer que ela poderia ficar com ele e tornar-se uma mulher de arqueiro de verdade, mas isso, tal como a lança, podia esperar um ou dois dias.
– O Arqueiro, Bernard Corwell


E eu estou gostando muito do livro. Porque o Cornwell é um ótimo narrador; e porque eu adoro muitas das peculiaridades da época medieval.

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dez 14 2004

Sorriso Esvoaçante

O negro ondula, esvoaça…
sorriso largo, lábios abertos, olhos radiantes,
coração disparado, mérito
ela congratula-se 
Mas eu não posso estar lá…

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dez 14 2004

Julieta

Só ri das cicatrizes quem ferida nunca sofreu no corpo.
Mas silêncio! Que luz se escoa agora da janela? Será Julieta o sol daquele oriente? Surge, formoso sol, e mata a lua cheia de inveja, que se mostra pálida e doente de tristeza, por ter visto que, como serva, és mais formosa que ela…
– Romeu; em Romeu e Julieta, de William Shakespeare

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dez 13 2004

Ao Vento

O vento me acaricia os braços,
ainda o vento, eriçando-me os pêlos,
arrepiando a pele, devolvendo a lembrança
de uma ausência que corrói…

Ausência dos braços que aqueceram,
dos lábios e olhos que me alimentaram,
agora são pouco mais que lembranças,
doces ilusões que eu amo.

As palavras, o toque, o cheiro,
tudo ainda impregnado em minha memória,
como se parte de meu próprio ser.

Mas são as lembranças, farpas cruéis
que ocultam a dor da ausência
para que a razão prevaleça.

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dez 9 2004

Gótico

O termo é originário da arte medieval que sucedeu (contrariando) o estilo romântico entre os séculos XIII e XIV. Aparece de modo mais destacado na arquitetura, especialmente a religiosa (vide Notre-Dame em Paris).
O uso da palavra como referência artística, no entanto, remete a renascença, onde era utilizada para denominar a arte comum a Idade Média, menosprezada por ser considerada bárbara e obscura. Adotou-se então o uso do termo gótico, como lembrança aos godos, estereótipo de cultura bárbara.

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dez 7 2004

Ostrogodos e Visigodos

Povos bárbaros do século II; em verdade poucos povos não eram bárbaros no século II; famosos pela coragem e fidelidade de seus guerreiros. Conquistadores, instalaram-se as margens do Danúbio, sendo assim denominados ostrogodos ou visigodos de acordo com a margem ocupada.
Os primeiros incursaram-se para a Itália, a qual prosperou sob o domínio do imperador Teodorico. Sua morte e as disputas de sucessão permitiram a invasão do exército romano oriental. O povo ostrogodo foi então dispersado ou escravizado.
Os visigodos, por outro lado, após séculos de batalhas junto a Itália partiram para a Gália e Hispânia. Próximo ao ano 500, foram derrotados pelos francos e expulsos para a Espanha, e por algum tempo foram liderados pelos ostrogodos.
Adquiriram independência e, lutando contra os povos bárbaros hispanos, tomaram o país. Gerou-se então um problema de ordem religiosa, pois estes povos eram católicos. Em 589 o catolicismo tornou-se a religião oficial da Espanha Visigótica, abrindo caminho para o desenvolvimento cultural e artístico que culminou no surgimento da arquitetura gótica.

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dez 6 2004

Registros de Família

E no final de semana houve o encontro da família Schmitt, das minha contraparte alemã. Foi bom rever certos primos distantes mas, nada tão grandioso para mim. Não somos alemães-batata como imaginava e eu não posso pegar passaporte alemão por este ramo da família. Mas talvez dentre os Molléri eu consiga um passaporte italiano.
E, se continuar desta maneira, este ano ainda teremos as reuniões dos Seide, dos Borba, Theiss e quem sabe até os Dalçóquio. Mas não para mim! Acho…

Bem, tive pouco tempo útil em casa, portanto ainda não voltei aos meus escritos. Me sinto um pouco mal por isto

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