jan
6
2005
Eu só quero que não existam mais lágrimas, que você possa se aninhar nos meus braços e sentir-se segura. Porque é mais preciosa do que as lágrimas, e tão frágil quanto porcelana. E nada no mundo é mais belo que o seu sorriso.
Por realizar os sonhos que eu sequer havia sonhado… eu a amo.
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jan
4
2005
é angustiante e opressivo. Durante toda a narrativa o interlocutor tenta apresentar os seus pensamentos em contraposiçào ás idéias de outros personagens, mas de uma forma ou outra novos fatos acabam por jogar em terra suas proposições. E várias casualidades ocorrem, pessoas aparecem mortas de maneiras terríveis e não existe um padrão, um comportamento típico; alguns métodos se repetem, mas logo são esquecidos ou inutilizados.
Então, existe algo estranho lá fora, sobre ou sob nós, espreitando, aguardando o melhor momento. Você sente isto durante a leitura, e acaba se chocando um pouco com o final; pois uma teoria é formulada, a mais possível, a mais provável, mas não necessariamente a correta. E o terror se vai, sem mais pistas, sem pena ou castigo.
E de certa maneira me lembra muito os episódios de Arquivo X.
Em seguida Ornamentos em Jade, com uma série de pequenos contos sem explicação, sem definição ou conclusão. Por fim, José Antônio Arantes escreve um pequeno posfácio do autor.
O livro parece mostrar o melhor, talvez o mais conhecido de Arthur Machen, que o tradutor compara a Lovecraft, Eliot, Oscar Wilde e Stephen King. Pessoalmente eu não conheço o suficiente dos autores citados para confirmar esta comparação mas o livro é uma boa leitura, com certeza.
O autor Arthur Machen é um ótimo exemplo de literatura de terror
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jan
3
2005
Algumas pessoas dizem que o fim de ano é terrível, que elas sempre se decepcionam, mas… eu acabei descobrindo que… quando se espera pouco, e se esforça muito a gente consegue se divertir um bocado.
Houveram discussões é claro, por amigos e ônibus perdidos, mas houveram muitas conversas boas e risadas e jantar com a família, os sobrinhos que estão para chegar, os planos e expectativas (algumas que dão medo) para o próximo ano. Houve até praia.
E sobretudo, eu me esforcei. Escalei montes e transpassei vales só para estar com ela, e tive uma das melhores tardes da minha vida, com minha amada deitada ao meu colo e um gosto doce nos lábios.
Há cinza no céu e ainda resta muito disto em mim. Mas existe uma verde esperança que brilha timidamente no interior dos olhos castanhos…
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