Resenha: A Cruzada

Assisti a Cruzada (Kingdom of Heaven no original) neste domingo com a minha namorada. A minha avaliação do filme é muito boa e eu recomendo a todos aqueles que gostam de ambientações medievais e alguns questionamentos filosóficos ou teológicos. Claro que existem batalhas, sangue e espadas, mas isto é inerente da ambientação; e pouco se destacam diante do desenvolvimento da trama. As tramas por detrás do trono e da atuação das ordens são as características mais marcantes.
Como pontos falhos ficam o nome do filme na versão nacional, que pouco condiz com o sentido da trama; e a visão unilateral dos conflitos da época, na qual (no filme) os Templários são os responsáveis por todo o mal e as outras ordens (Hospitalários, Teutônicos e afins) permanecem como os “mocinhos” da história. Ao menos para aqueles que acreditam que “todos são inocentes até que se prove o contrário”, esta generalização acaba soando falsa, taxando toda uma ordem pelo erro de dois homens.
Algum de vocês pode considerar isto um pouco protecionista demais, como uma defesa aos “terroristas medievais” mas, eu acredito que todo ser humano deve ter julgamento justo, mas bem… isto já é uma outra história



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