jul
12
2005
Quanto ao final de semana; eu quase virei duas noites trabalhando, mas ainda encontrei algum tempo para assistir Guerra dos Mundos e para a crisma, e ainda algum tempo para a minha amada; e foi um final de semana ótimo, como há tempos eu não tinha.
Todas as preocupações se desfizeram e névoas e todas, sem excessão, transforamaram-se em algo muito bom ao final. Parece que eu ainda tenho esperança, mesmo competindo com o Tony Kakko
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jul
12
2005
Findei o Hobbit hoje. Talvez eu faça um breve review, talvez não. Esta segunda leitura me destacou um ponto interessante:
“Vivem muitos anos, têm uma memória boa e transmitem sua sabedoria aos filhos. Eu conhecia muitos corvos das rochas quando era menino. Este pico já foi chamado de Morro do Corvo, porque havia um casal sábio e famoso, o velho Carc e sua esposa, que vivia acima da guartia. Mas não acho que tenha restado algum desta raça antiga por aqui.”
- Thorin Escudo de Carvalho
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jul
8
2005
- um conto de Glenn d’Leene
Então Glenn tomou em suas mãos a espada e o escudo; já havia vestido a longa malha que lhe chegava até os joelhos e uma calça de couro reforçado. Sobre tudo isto um peitoral e ombreiras de aço e uma longa túnica negra, a qual haviam bordado, ás pressas, um dragão prateado. O fio era metálico e reluzente, e espelhou os primeiros raios que escaparam pela fresta da porta que se abria. Era manhã de domingo e o sol já se erguia alto.
Deu um passo a frente e foi ofuscado pela luz vinda de fora. O grito da mulidão lhe chegava aos ouvidos como o trovejar de uma tormenta, e causava uma confusão semelhante. Aos poucos tornaram-se escuras as muralhas da arena, as árvores por sobre o muro, o balcão onde da corte e enfim, seu oponente. Seus contornos tornavam-se pouco a pouco mais distintos, a túnica leve sobre uma malha semelhante a própria cota de Glenn, a espada estendida. Se não fosse pelo cabelo jogado sobre os olhos e pelo porte um pouco mais baixo, teria pensado ser um reflexo seu.
Mas não era. Hoje Usko era seu oponente; era forte e ágil e além disto destemido, sobretudo era jovem. Glenn já não brandia a espada a anos e estavam despontando em seus cabelos os primeiros cachos acinzentados. Ainda assim ele não temeu; aproximou-se de seu oponente, e com firme resolução estendeu-lhe; não a espada, mas a mão aberta
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jul
6
2005
Estas já passaram por muitas coisas: já tocaram fios desencapados, receberam talhos de facas e tesouras, mordidas, já foram arrastadas contra a parede, violentamente…
Ainda guardam marcas, algumas, de dias mais sofridos. Uma vez voaram contra o piso do banheiro. Racharam-no. Algumas vezes.
Calejadas já ergueram pás da terra ou satisfeitas removeram dela cenouras vistosas; agilmente teceram frases na mais alva folha e tão maquinalmente construíram interfaces digitais.
Minhas mãos realizaram feitos de que muito tenho a me orgulhar; já ergueram uma espada, colheram flores ergueram taças; já despertaram uma princesa de seu belo sono.
Admira-me o fato delas serem duas, e ao mesmo tempo formarem algo tão único, numa sincronia tão perfeita.
E, falando em mãos, Edward Mãos de Tesoura será transformado em musical
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nenhum comentário | tags: espada, sangue | em pensamento
jul
5
2005
O final de semana passou… quente o que é pior. Mas agora o frio brinca com meus nervos novamente. Resolvi algumas dúvidas, reafirmei uma determinada posição da minha vida… mas o peso de algumas palavras ainda doem de vez em quando.
Além da responsabilidade, por todos os amigos que eu fiz, e não estou sabendo manter.
Eu volto, espero
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