ago 28 2005

Sobre a Mentira e seu Antídoto

A mentira é um veneno doce e que possui um único e amargo antídoto: a desilusão.

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ago 26 2005

A Sombra de um Homem

Estranho… é como posso definir. Algumas pessoas me acham parecido com o Eric Lehnsherr, e eu estou re-lendo os Cavaleiros porque pretendo voltar a escrever.
Mas existem palaras estranhas no meu caderno, coisas que rabisco sem motivo… sobre carência e solidão.

Não da prá fingir ser quem não sou e, estranhamente hoje eu prefiro não fazê-lo.
Estou me tornando novamente um sombra do que poderia ter sido

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ago 23 2005

Dama das Margaridas

pior do que estar morto
é estar vivo se sentindo morto

- A Dama das Margaridas

Lembranças que a Fran me trouxe. Já fazem dois anos.

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ago 21 2005

Escrever

Trevisan disse que eu deveria voltar a escrever, escrever de verdade, lá nos Cavaleiros. Estou cogitando bastante a idéia.
Exandindo-a um pouco também; penso em manter este aqui um pouco menos atualizado, afinal… poucos ainda lêem

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ago 20 2005

Asas Quebradas

…as minhas ou as suas?

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ago 19 2005

Os Gemidos

Ele contorce-se em dor, fecha as duas mãos sobre o corte no pescoço e tenta gritar, mas não consegue. Eu baixo os olhos e me deparo com os seus, me fitando. Ele parece suplicar por ajuda, parece ainda pequeno e inocente.
Eu o seguro pelas asas manchadas e o ergo, compassivo. E então ele se abraça a mim, me enlaçando forte, forte demais.
Pressiona a flecha em meu peito que dói. Eu posso ouvir no quase-silêncio o seu sorriso sarcástico e me descubro novamente enganado, iludido nas artimanhas do Amor

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ago 19 2005

Brados no Silêncio

Ferio esteve lá em casa, mas não conversamos tanto; eu estou um pouco calado. Mas houveram conversas boas ontem que parecem ter surtido bons resultados; embora nunca para mim. Continuo erguendo meus brados ao vazio, e somente uma resposta chega aos meus ouvidos: os gemidos

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ago 18 2005

I’m not the only one

Eu o deixei crescer; por misericórdia eu o deixei crescer;
afastei dele minha lâmina enquanto era ainda pequeno e inocente.

Hoje ele se volta conta mim;
com um sorriso no rosto dispara contra meu peito sua seta.

E eu o desafio a um duelo, do qual foge e se esquiva
e em sua brincadeira me golpeia com sádica satisfação.

Na fúria e na mágoa meu braço se ergue a seu pescoço;
eu o ergo e sufoco com força, mas não só.

Pressiono a adaga contra seu pescoço macio,
o qual corta com facilidade inesperada.

Cobre de sangue minhas vestes
enquanto meu oponente se debate no chão,
ainda vivo, ainda lutando

I’m not the only one

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ago 17 2005

Meu Algoz

“She is all I ever dream,
but now my skies is turning gray…”

- San Sebastian, Sonata Arctica

Ele dói e queima, rasga a carne e dilacera meus nervos;
ele derruba minh’alma das alturas mais longínquas;
e me força a aceitar a morte como único conforto;
ele, o Amor

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ago 16 2005

your eyes shined like stars to me…

Ó saudoso vento sul,

carrega-me, nuvem nefasta,
para longe do céu estrelado
de tão amados olhos.

Leva-me para longe,
onde o inverno eterno
abraça meu coração gélido
e refreia o meu chover.

Traz de volta
ao profundo d’alma dela
o brilho radiante
da alegria de amar.

E esquece-me junto a lua,
minguante e solitária
das terras longínqüas
da noite sombria

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