ago 3 2005

Voltando para Casa…

Abri os olhos e descobri uma manhã nebulosa e cinzenta. As névoas cobriam tudo ao meu redor e eu mal pude ver o pequeno casebre sobre o monte. Tudo era solitário e cinzento. Ela havia ido embora… a felicidade me deixara.
Por quanto tempo estive dormindo? Por quanto tempo mantive meus olhos cerrados?
Não sabia mais para onde ir. Somente um caminho me era ainda conhecido, o meu caminho para casa. Tomei minhas coisas – todas as lembranças ainda vivas – numa mochila, pois nunca precisei de mais de uma, e desci o monte afivelando a velha bainha a cintura.
O caminho para casa é tão cinzento quanto as brumas que me cobriram mas… diferente destas, eu o conheço muito bem. Já posso avistar no horizonte as muralhas e torreões da minha fortaleza em ruínas. Uma casa, um lugar para onde voltar

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