I’m not the only one
Eu o deixei crescer; por misericórdia eu o deixei crescer;
afastei dele minha lâmina enquanto era ainda pequeno e inocente.
Hoje ele se volta conta mim;
com um sorriso no rosto dispara contra meu peito sua seta.
E eu o desafio a um duelo, do qual foge e se esquiva
e em sua brincadeira me golpeia com sádica satisfação.
Na fúria e na mágoa meu braço se ergue a seu pescoço;
eu o ergo e sufoco com força, mas não só.
Pressiono a adaga contra seu pescoço macio,
o qual corta com facilidade inesperada.
Cobre de sangue minhas vestes
enquanto meu oponente se debate no chão,
ainda vivo, ainda lutando