dez
28
2005
“…
- A gente dava boas risadas, Ororo. Eu, você, o russo e o elfo. Bons tempos aqueles.
- Demais. É bom ver todos sorrindo de novo.
- Quando foi que a vida ferrou a gente a ponto de esquecer como sorrir?
- Só a Deusa sabe, amigo.
- É.
retirados d’Os Fabulosos X-Men 25, numa conversa informal entre Tempestade e Wolverine
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nenhum comentário | em quadrinhos
dez
24
2005
Para alguns
é época de festejar as conquistas,
alegrar-se pelos objetivos alcançados,
pelos caminhos percorridos…
Para outros,
época de encarar novas empreitadas,
desafiar-se a ir além das expectativas,
descobrir um novo caminho
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nenhum comentário | em pensamento, versos
dez
17
2005
Minha vida no GrupoW acabou. Houveram desentendimentos e discussões e, no fim, muita tristeza e olhos mareados. Aquele povo me ensinou muita coisa e eu fico contente em poder partir contando com o carinho de cada um deles. É findo aquele sonho.
Hora de pensar em novas caminhadas, e possibilidades é o que mais se abre a minha frente. Sensação estranha
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nenhum comentário | em novas
dez
16
2005
Queda-se a vontade do guerreiro,
pende-lhe a espada voltada ao chão
e pequenas contas vermelhas
deslizam, a seu encontro.
A última linha recua e se une,
ombro a ombro, escudo ao sinistro,
superados em número e disposição
a espera do golpe derradeiro.
Desolado e abatido só lhe resta a fé,
de que nenhuma morte tenha sido em vão
para aplacar a fome do ceifador.
A esperança se esvai junto ao sangue,
mas em seu coração ainda pulsa
o último desejo de paz.
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nenhum comentário | em versos
dez
15
2005
A beira do caminho encontrei-me com um andarilho, um jovem de cabelos ao ombro e porte altivo. Parecia culto, educado e um pouco sonhador. Olhava por sobre uma pedra para o vale pouco abaixo.
Aproximei-me dele curioso. No vale, uma moça jovem corria por entre as rochas, buscando um apoio para subir ao nível do andarilho. Ela estava pouco mais de duas jardas abaixo dele e possuía a preocupação estampada em seu rosto. Voltava-se para o andarilho e sorria.
Perguntei-o quem era e ele respondeu-me que era sua noiva, que buscava uma maneira de chegar até ele, mas ele havia obstruído todos os caminhos que a levassem ao alto. Eu a amo – disse por fim – mas gosto tanto de vê-la lutando por mim
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nenhum comentário | em prosa
dez
13
2005
Chronepsis; o tempo, eterno devorador de todas as coisas, senhor do destino. Persegue todos os seres vivos com incansável voracidade. Persegue inclusive a mim e, por mais que suas garras estejam ao meu encalço, não tenho temor.
Já carrego mais marcas de suas presas do que deveria, e me orgulho destas cicatrizes. Cada qual conquistada com dor e pesar, cada qual com sua pequena ou imensa preocupação.
O que eu devo temer? A vida e não o tempo, porque este último traz tão somente sabedoria
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nenhum comentário | em pensamento, pessoal
dez
12
2005
E o filme? Eu o vi ontem, em boa companhia; amigos próximos e colegas, várias pessoas com interesse pelas crônicas e amantes de fantasia em geral. E o filme foi bom. Ficou infantil e houveram várias alterações de modo a preencher algumas lacunas no texto original e deixar o filme mais agradável (para as crianças principalmente), e somente dois cortes bruscos: a frase no topo do blog, que foi talhada na metade e a participação do gigante Rumbacatamau, que foi reduzida (pena!).
Mas o sentido geral da obra foi mantido, assim como as virtudes demonstradas em cada personagem, [spoiler:] em especial na relação leão-cristo em Aslam. Mas como eu mencionei antes, isto tudo tem a ver com a personalidade do Lewis, a cultura da época e tudo mais.
Os efeitos especiais são impressionantes, com destaque para os animais (falantes!), os grifos e a fênix, os centauros, sátiros e os espíritos das árvores. Do lado da feiticeira todos ficaram muito monstruosos (nada de realmente novo), mas os minotauros apresentam uma altivez em especial.
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nenhum comentário | tags: filme, Lewis | em resenha
dez
9
2005
Findei o volume II das Crônicas de Nárnia ontem. Apesar de o guarda-roupa fazer só uma pontinha no livro, a história é muito boa. Houveram momentos tristes e outros vitoriosos, dúvidas e coragem, e sobretudo um mundo de fantasia impressionante. Mas a história é narrada superficialmente (livro infantil) e muitos detalhes ficam perdidos, o que vai dar uma encheção de lingüiça para o filme.
Para quem curte fantasia medieval e quer um livro de leitura fácil, eu recomendo. Mas sugiro um certo cuidado para não ser crítico demais com a personalidade do autor; ele pode parecer um pouco machista demais, mas isto se deve em muito a cultura da época
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nenhum comentário | em literatura
dez
8
2005
Solidão esperava por mim, deitada entre os lençóis. A luz da lua deslizava por entre as cortinas e acariciava suas curvas pálidas. Deitei-me ao seu lado e me entreguei a seus braços, sorvido por seus lábios, possuído por sua voluptuosa vontade, por seu frenético desejo. Por fim, deitou-me a cabeça em seu colo e me fez adormecer em seu abraço
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nenhum comentário | em prosa
dez
7
2005
01:39 da manhã; 4 page views, duração do acesso de 25 minutos. Gostou do meu passado?
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1 comentário | em novas