jan
31
2006
Ela parece feliz. Dá para ver pela mudança nas cores e nas imagens =) Isso me agrada, me dá um certo orgulho… e um motivo.
Não que eu tenha deixado de me considerar monstruoso e rude, como muita gente acreditaria.
Inúmeras prosas e poesias a postar; coisas antigas que eu preciso externar.
Sangue que o azulejo mancha…
Sangue que o azulejo mancha,
conseqüência de uma noite inquieta,
povoada dos quimerismos,
de sombrias manifestações oníricas,
faeries que me conduzem ao erro,
a enganação e a perda.
Ah, uma imagem que valeu a pena.
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jan
30
2006
Hoje eu gostaria da agradecer ao meu amigo Astolfo, Tonico, ou sei lá o nome que ele quer se dar pelos vários acessos ao meu blog, seus vários minutos gastos lendo meus textos (17:44 num só acesso!), sua preocupação em deixar comentários e visitar o meu orkut. É muito legal saber que estou tendo repercussão em São Paulo (mais precisamente no IP 201.43.79.186 da Telesp)
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jan
27
2006
Eu sou um monstro – um ogro, um troll talvez – e o lugar de monstros não é junto de princesas, e nem adianta citar o Shrek! Eu me sinto sozinho e perdido sem ela, mas não posso deixar de compreendê-la.
Os monstros não podem escolher ser heróis. Pelos resto dos meus dias eu serei um monstro tolerado; grande, feio e desajeitado… sozinho na minha caverna fria…
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jan
26
2006
Cornwell segue a linha de pesquisador neste livro, esclarecendo nuances da vida de um soldado inglês durante a invasão das Índias em 1799. O pobre do Sharpe, um recruta é requisitado a uma missão muito importante – ele deve desertar – missão esta que ele não pode dispensar, a não ser que prefira as duas mil chibatadas. A narrativa empolgante do autor faltou um pouco neste livro, mas não de todo. O final ficou marcado por uma série de acontecimentos heróicos que o deixam um pouco hollywoodiano, mas nenhum destes realmente impossível de ter acontecido. Neste livro, o personagem principal é realmente o herói, acompanhado por um escudeiro trapalhão (embora não torne nenhuma passagem engraçada) num ambiente hostil a sua presença e caçado por seus próprios companheiros. Felizmente Sharpe ainda tem muito a se mostrar nos 8 livros seguintes e, por ter a assinatura de Bernard Cornwell, eu não vou perdê-los
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jan
26
2006
O filme surpreende, e muito. Sem atores ou diretores de renome, é um projeto incomum, que mistura modos e narrativas de, no mínimo quatro países diferentes. A narrativa segue os caminhos de um violino criado por volta de 1600 na Itália, sua viagem até um mosteiro alemão (ou austríaco), posterior fuga nas mãos de ciganos, aparição na Inglaterra, Pequim e por fim Montreal no final do século XX. Surpreende porque o violino parece possuir vida, coisa que só é esclarecida ao final do filme, de um modo que me tomou desprevenido, por ser de tal maneira simples de conceber, que a narrativa te induz a desconsiderar a hipótese. Ah, claro… é um drama, e isto já diz muito.
Felizmente a chuva se foi…
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jan
25
2006
Aconteceu novamente. Outra noite, outra chuva, outro sonho. E ele continua me cobrando um passo que não é meu, uma ação que eu não posso fazer.
Se eu o ouço, rasgo minh’alma novamente, atiro longe a justiça e a honra por que tanto luto. E em troca do quê?
Meus sonhos nunca foram bons
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jan
24
2006
And I’m lonely here inside of me
Caiu uma chuva providencial ontem. Providencial porque me forneceu a oportunidade que eu precisava para escapar de certas questões, de algumas respostas que eu não sei se quero me dar, mas que eu preciso.
Durante a noite, todos os questionamentos me vieram novamente, em sonho (e raramente sonho), de uma maneira que eu não pude evitar.
O que isso tudo quer dizer? Eu preciso de respostas, que só eu mesmo posso dar.
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jan
23
2006
Unhas dilacerando a carne,
qual navalha rasgando e rasgando,
rompe a fina película
que cobre a superfície líquida da alma.
Farpa de vidro,
maculando lembranças, virtudes,
os sentimentos oculto
nas lápides mais profundas do ser.
Ponta de metal,
amolada pelo rigor dos ossos,
aquecida na forja do peito
mata, sem se deixar morrer
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jan
20
2006
Um projeto antigo que de vez em quando torna a minha mente, e sempre me vem a cabeça com a imagem do papel de parede que elaborei com a personagem Brunhilda, caída sobre a neve com uma marca de sangue sobre a testa. O verão sempre me instiga a criar imagens assim, e agora eu estou fazendo outro, onde um bosque e uma colina nevada dão origem aos corvos e aos escolhidos de Odin. E então o Retorno a Asgard começa a tomar vida em minha mente novamente.
Será que dessa vez sai?
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jan
18
2006
- Você é um homem bom, Richard.
- Só que isso não vai me fazer subir muito na vida, não é mesmo?
O Tigre de Sharpe, Bernard Cornwell
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