Warum so tief?

Unhas dilacerando a carne,
qual navalha rasgando e rasgando,
rompe a fina película
que cobre a superfície líquida da alma.

Farpa de vidro,
maculando lembranças, virtudes,
os sentimentos oculto
nas lápides mais profundas do ser.

Ponta de metal,
amolada pelo rigor dos ossos,
aquecida na forja do peito
mata, sem se deixar morrer



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