O Violino Vermelho

O filme surpreende, e muito. Sem atores ou diretores de renome, é um projeto incomum, que mistura modos e narrativas de, no mínimo quatro países diferentes. A narrativa segue os caminhos de um violino criado por volta de 1600 na Itália, sua viagem até um mosteiro alemão (ou austríaco), posterior fuga nas mãos de ciganos, aparição na Inglaterra, Pequim e por fim Montreal no final do século XX. Surpreende porque o violino parece possuir vida, coisa que só é esclarecida ao final do filme, de um modo que me tomou desprevenido, por ser de tal maneira simples de conceber, que a narrativa te induz a desconsiderar a hipótese. Ah, claro… é um drama, e isto já diz muito.

Felizmente a chuva se foi…



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