A Busca II

Desafiei o medo, e enfretei-o com minha espada recém forjada, tomei-o por assalto com minha coragem e consciência. E se rendeu a mim, derrotado. Não o abati porque não o posso fazer; negar o medo seria como negar a própria natureza humana.
Mas não me sinto feliz com a vitória; pois fui cruel e fui injusto e ao derrotar o medo feri alguém que muito me apraz. E agora, a espera do rancor eu me pergunto se vale o esforço.
Quantos magoarei em minha busca?



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