Amarguras que Semeamos
Deixo os portões, subo as colinas e volto aos campos que semeamos, os campos que deixamos. As heras cresceram sem controle, tomaram o pomar e a pequena murada e, ainda assim os frutos nasceram, grandes e vistosos. Busco no casebre uma foice pequena e um cesto e me ponho a caminhar por entre as árvores, colhendo o quanto posso. Em pouco tempo a cesta está repleta de grandes frutos de pálida cor amarela e um gosto suavemente azedo. Tomo todos comigo e faço meu caminho de volta para casa, levando todas as amarguras que semeamos
agosto 12th, 2011 em 16:16
[...] na manhã seguinte despertei preocupado. Mantive-me por perto da colina, mantendo teu legado tanto quanto pude. Mas no terceiro dia, o abrigo começou a desmoronar. Trave sob trave, fora [...]
setembro 2nd, 2011 em 11:15
[...] Amarguras que semeamos [...]