nov
30
2006
Palavras que eu não curto (opinião pessoal, que posso expressar aqui):
- perfeito;
- perfeitoso;
- divertoso;
- aff (ou affe, etc.); e
- muitos etcs.
E eu gosto muito de usar palavras antigas e fora de moda ou noutras línguas:
- hail;
- danke;
- sehr gut;
- milady ou meine Dame;
- dróttning;
- corte;
- lisonjear; e
- auf wiedersehen.
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nenhum comentário | em pensamento
nov
27
2006
Quisera eu poder ensinar as pessoas a voar!
Mas sequer asas eu tenho
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nenhum comentário | em pessoal
nov
23
2006
A esta altura do campeonato, não posso dizer que as coisas não estão melhorando:
- O pessoal do grupo de jovens me ouviu, me deu força e conselho;
- Eu me dispus a ouví-los, o que tirou um grandioso peso das costas e me valeu um longo abraço; e
- Finalizei agora mesmo o artigo para o TCC e a Conferência de Educação na Engenharia de Software.
Mas há muito de mim ainda a enfrentar
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nenhum comentário | em novas
nov
22
2006
Os tais dos poetas, como eu os invejo. Porque sabem escrever, expressar, declarar. Muitas vezes são incompreendidos e injustamente criticados, mas os admiro pois, no sentimento da injúria, enchem-se de todo o orgulho e escrevem, e expressam, e declaram.
Mas você pensa que a vida dos poetas é feita de livros e penas? Não, se assim fosse seria eu um poeta. A vida dos poetas é feita de vinho, sangue e amor; pois na boemia se perdem, e em contendas se destroem mas são os lábios proibidos, eterno carrasco de suas existências.
Nem por isto deixam os poetas de viver, agarram-se as volúpias dos beijos e do toque carnal, desfalecem por fim em lágrimas e quando tudo parece eternamente condenado, recomeçam. Não por banalidade, mas porque este amor que outrora tinham alcançou a imortalidade e esta virtude deve então ser passada a outros lábios, a outra pele, corações e alma.
Assim são os poetas os quais me refiro, seres corruptos, sofredores e viventes. Que em todas as dores tomam a vida por sua conquista.
Eu ao invés os invejo, pois amo somente a morte, com a fria razão de saber que pouco escrevo, expresso, declaro
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nenhum comentário | em literatura
nov
16
2006
yesterday i got so old
i felt like i could die
yesterday i got so old
it made me want to cry
go on go on
just walk away
go on go on
your choice is mad
go on go on
and disappear
go on go on
away from her
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nov
15
2006
Perguntaram-me dias desses como estavam minhas “poesias góticas”. Bem, eu não escrevo mais, poesias, prosas ou contos. Tudo o que escrevo aqui é ainda um pouco dramático, mas é só aquele drama barato do qual a minha vida é feita… versos sem rima e estrofes perdidas.
Parece que minha inspiração se foi, mas acho que fui eu que me afastei dela, como de quase tudo mais que fazia sentido; ainda sobrou uma coisa e outra, mas que já têm data para partir. Porque eu não faço mais sentido, e tenho duvidado se alguma vez eu já fiz.
Eu não escrevo mais… porque sei que não escrevo, ou tudo que escrevo não tem valor.
E por favor, nada de comentários animadores
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nenhum comentário | em pensamento
nov
9
2006
E hoje, só saio de casa quando sei que não há ninguém mais na rua. Quando todos os monstros estão aprisionados em meu próprio ser e as pessoas encarceradas no conforto das suas casas. Só então eu saio, para curtir a noite entre os faunos e dríades, tocando flautas aos deuses e demônios, dançando meu próprio sortilégio entre as árvores de pedra e vidro da cidade deserta. Hoje eu só saio de casa…
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nov
7
2006
there’s no heaven
to the wingless…
não há paraíso
para os sem-asa
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nenhum comentário | em versos
nov
6
2006
O passado é feito de momentos bons,
dias chuvosos, sombras e reflexos,
que transparecem as rugas e as marcas.
O passado é feito de sangue,
azulejo frio e lâminas de barbear
repletos de mágoas e arrependimentos.
O passado é feito de filmes matinê,
de vocais líricos e pura desarmonia,
de poentes em sépia saturados.
O passado é feito de arquivos,
fotos, históricos e logs de conversas,
que um dia serão deletados.
Mas em minha mente
permanecerão eternamente
as lembranças fragmentadas.
Pois a minha sina é recordar
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nenhum comentário | em versos