Encarcerado

E hoje, só saio de casa quando sei que não há ninguém mais na rua. Quando todos os monstros estão aprisionados em meu próprio ser e as pessoas encarceradas no conforto das suas casas. Só então eu saio, para curtir a noite entre os faunos e dríades, tocando flautas aos deuses e demônios, dançando meu próprio sortilégio entre as árvores de pedra e vidro da cidade deserta. Hoje eu só saio de casa…


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