dez
27
2006
Natal
Se eu pudesse um presente de Natal deixar ao mundo, gostaria de todas as mágoas apagar, aquelas causada pelo homem que eu fui, pelo homem que eu sou. Inicia-se um novo ano, e eu permaneço o mesmo, ciente das mágoas que ainda hei de provocar.
Desculpas? Acho que para certas coisas o pedido não é suficiente, pois as marcas permanecem profundas, de farpas encravadas.
Ouso sofrer silenciosamente minhas mãos cobertas de sangue…