Catarse

(…)
Existem autores meio “anêmicos” no mundo que andam confundindo o apresentar simples retratos da vida real com ter um estilo contemporâneo, assim como outros que escrevem novelas praticamente “autistas” de tão egocêntricas, achando que estão produzindo um retrato da atualidade.
(…) acredito que eu também tenha vivenciado algo que chamo de “a experiência do Lobo Solitário”. Em outras palavras, foi uma verdadeira “catarse” (purificação). Muito obrigado, Kazuo Koike e Goseki Kojima. Essa foi uma experiência realmente excepcional.
– Katsutoshi Hirayama (Editor Original de Lobo Solitário em seu volume final)


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