jun 27 2007

Se a verdade não pode libertá-lo, porque não mentir? Ao menos mentir um pouco.

A frase de certa forma é minha, inspirada numa outra que ouvi. Mas é interessante, sabe? Porque não posso deixar a barba crescer um pouco? Talvez sapatear na chuva e ouvir Enya sem motivos para isso? E comer bacon vegetariano? Deixaria de ser o véxo por isto? Por viver um pouco e ser feliz?
Já que a verdade não me liberta

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jun 26 2007

Self-Judgement

E muitas vezes me critico, me julgo e me condeno. Por preferir isto a fazê-lo a outros, tento em vão domar o raivoso lobo em meu peito.
Que meu lobo se cale quando prestar as devidas homenagens aos oponentes caídos em batalha, porque merecem-na tanto quanto os companheiros que sepultei, respeitosamente como gostaria também ser tratado.
E, se justiça houver na morte, talvez eu não mais seja criticado, julgado ou condenado

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jun 25 2007

Halt mich – mein Leben – halt mich!

Halt pode ser traduzido como parar, interromper, segurar ou conter.
Eu ando um eufórico com a adrenalina do trabalho, sei que vou estar cansado e com os nervos a flor da pele em instantes e acho que só preciso que man halt mich

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jun 22 2007

por e-mail, em 24/04/2006


E ainda pedem para que eu os deixe em paz. E quanto a mim, quando eu poderei ter a minha parcela de paz?

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jun 18 2007

Sobre a Admiração (e quanto injusta pode ser)

1. Ás vezes fico indignado como as pessoas que eu admiro podem ter momentos fúteis, e me critico como se elas não fossem humanos como eu. Mas é estranho pensar que alguém que valoriza tanto os sentimentos e virtudes dos outros possa argumentar a favor de “ficar com quatro na mesma noite”. Eu sou muito antiquado, creio.
2. Um amigo admitiu me admirar antes mesmo de me conhecer, por tudo que falavam de mim. Eu fiquei agradecido por um momento, mas por um momento somente,… pois sabendo que dando razão aos meus atos ele condenava outros pelas suas escolhas; outros a quem eu não ouso condenar, outros a quem ouso eu admirar

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jun 4 2007

O Homem que a Morte deixou

Dizem os antigos que certa vez a morte conheceu um homem por quem se apaixonou. Ele não era mais belo ou mais forte do que os outros, mas tinha algo nos olhos que cativou a sinistra donzela. Casaram-se então, ou viveram juntos talvez e foram felizes.
Mas com o tempo, como a maior parte dos relacionamentos, surgiram as mágoas e as injustiças e cada vez mais a Morte sentia-se só. Seu amado já não tinha por ela a mesma paixão, já não lhe dedicava os mesmos beijos, as antigas carícias.
A Morte chorou e chorou… e certo dia se foi. Juntou os poucos pertences que lhe eram caros e deixou o lar enquanto seu esposo estava fora. E ela nunca mais o procurou. E dizem que ele permanece sozinho em sua casa até os dias de hoje, esperando que a Morte volte

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jun 3 2007

Ela…

que já me arrancou sorrisos

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jun 1 2007

Pagando pelos meus pecados

leia-se ouvindo Unia – Sonata Arctica

It’s hard for me to love myself right now,
I’ve waited, hated, blamed it all on you

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