Voltando para Casa

[…] Simplesmente desembainhei Bafo de Serpente e instiguei meu cavalo. Mildrith gritou em protesto, mas ignorei-a. Oswald correu, e isso foi um erro, porque peguei-o com facilidade e Bafo de Serpente girou uma vez e abriu sua nuca. Pude ver miolos e sangue enquanto ele caía. Ele se retorceu no chão coberto de folhas. Girei o cavalo e cravei a espada na sua garganta.

[…] Naquela tarde, revistei a casa de Oswald e descobri 53 xelins enterrados no chão. Peguei a prata, confisquei suas panelas, a peneira, facas, fivelas e uma capa de pele de cervo, depois expulsei sua mulher e os três filhos de minhas terras. Eu tinha voltado para casa.
– O Cavaleiro da Morte, Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell

Eu voltei para casa, depois de um hiato de seis meses, estou de volta. Abro novamente os portões do meu lar e encontro as coisas em desordem. Há muito trabalho a ser feito, poeira a varrer, cacos a limpar e muitas lembranças a guardar. Fora tudo isso trago comigo muitas novas coisas na bagagem que precisam de espaço.
E não será um retorno pacífico…

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