Sobre a necessidade da Guerra

O clamor da guerra surge no reino vizinho, na forma de colunas de fumaça e gritos de desespero.
Visto novamente malha e placas. Calço as botas, cubro-me com minha capa e selo meu cavalo.
Abro os portões e cavalgo para o oeste sob as chamas frias da manhã.
Avanço com aço em punho, deixando para trás toda cautela e bom senso.
Pois a batalha ferve em meu sangue, e é tudo o que preciso…

Meu anseio pela batalha é difícil de exprimir. Cinco linhas, poucos versos não são suficientes para absorver todo o rancor que é destilado em meu ser.


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