ago 31 2010

Stand by

Life will knock us down, but we can choose whether or not to stand back up.

Ou, no meu caso, permanecer de pé…



ago 3 2010

Sobre a Morte, por Drizzt Do’Urden

Estou morrendo.

A cada dia, a cada sopro de ar que aspiro, mais me aproximo do final de minha vida. Pois que nascemos com um número finito de alentos, e cada uma de minhas inspirações conduz a luz do sol que é minha vida rumo ao inevitável crepúsculo.

(…)

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jul 30 2010

Ao fim de Julho

- publicado originalmente em 29 de julho de 2008

Ela se foi; nas últimas horas de Julho partiu, levando consigo o frio e a paz. Silenciosamente, a noite se foi


jul 28 2010

Sobre a Nostalgia, por Drizzt Do’Urden

Drizzt Do'Urden

A nostalgia é, talvez, a maior de das mentiras que todos nós contamos a nós mesmos. É o lustro do passado a se adaptar às sensibilidades do presente. Para alguns, isso traz um certo consolo, um sentido de identidade e origem, mas outros, acho eu, exageram essas lembranças alteradas e, por causa disso, ficam paralisados diante da realidade.

Quantas pessoas anelam por aquele “mundo passado, mais simples e melhor”, eu me pergunto, sem jamais reconhecer a verdade de que talvez elas é que eram mais simples e melhores, e não o mundo ao seu redor?

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mar 9 2010

Lughnasa

Acordamos no alvorecer perfeito de Lughnasa. Houve ocasiões de pura felicidade em minha vida, e aquela foi uma. São ocasiões, acho, em que o amor está no mesmo passo da existência, ou talvez quando os Deuses querem que sejamos tolos, e nada é tão doce quanto a tolice de Lughnasa. (…)

- Derfel em O Rei do Inverno, das Crônicas de Artur de Bernard Cornwell


fev 17 2010

Recordações

…vi seu recado colado junto a geladeira, dizendo que traria pizza e sprite para o jantar.


abr 15 2009

Achei você

Graças ao Patch Adams, e por Paulo Neruda, encontrei estes versos:

A Dança

Não te amo como se fosses a rosa de sal, topázio
Ou flechas de cravos que propagam o fogo:
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e leva
Dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
E graças a teu amor vive escuro em meu corpo
O apertado aroma que ascendeu da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
Te amo assim simplesmente sem problemas nem orgulho:
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
Senão assim deste modo que não sou nem és,
Tão perto que tua mão sobre o meu peito é minha,
Tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.
Antes de amar-te, amor, nada era meu:
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se dependiam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado, decaído,
Tudo era inalianavelmente alheio,
Tudo era dos outros e de ninguém,
Até que tua beleza e tua pobreza
De dádivas encheram o outono.


ago 29 2008

Restauração

Um mundo de trevas, uma noite eterna,
Time to discover what lies hidden in the sand
Os olhos não se abrem para a noite,
Time for renewal and to be cleansed by the hand
Minh’alma não se expõe para a luz.
To heal me relieve me
Mas conserva a vontade, o ardor,
Heal me
De rever seus estilhaços.
Release me while I’m still breathing

- com base na música Faith Restored, Evergrey

mai 14 2008

Voltando para Casa

[...] Simplesmente desembainhei Bafo de Serpente e instiguei meu cavalo. Mildrith gritou em protesto, mas ignorei-a. Oswald correu, e isso foi um erro, porque peguei-o com facilidade e Bafo de Serpente girou uma vez e abriu sua nuca. Pude ver miolos e sangue enquanto ele caía. Ele se retorceu no chão coberto de folhas. Girei o cavalo e cravei a espada na sua garganta.

[...] Naquela tarde, revistei a casa de Oswald e descobri 53 xelins enterrados no chão. Peguei a prata, confisquei suas panelas, a peneira, facas, fivelas e uma capa de pele de cervo, depois expulsei sua mulher e os três filhos de minhas terras. Eu tinha voltado para casa.
- O Cavaleiro da Morte, Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell

Eu voltei para casa, depois de um hiato de seis meses, estou de volta. Abro novamente os portões do meu lar e encontro as coisas em desordem. Há muito trabalho a ser feito, poeira a varrer, cacos a limpar e muitas lembranças a guardar. Fora tudo isso trago comigo muitas novas coisas na bagagem que precisam de espaço.
E não será um retorno pacífico…

jul 3 2007

Il Valpolicella

Il colore è rosso rubino carico, il profumo vinoso, gradevole, caratteristico, che ricorda talvolta le mandorle amare, il sapore asciutto o vellutato, di corpo, amarognolo, sapido armonico.

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