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	<title>Caindo &#187; pensamento</title>
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		<title>Sinal e Ruído 1</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoria]]></category>
		<category><![CDATA[gaiman]]></category>
		<category><![CDATA[mckean]]></category>
		<category><![CDATA[moore]]></category>

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		<description><![CDATA[- O senhor diz que cria os filmes na sua cabeça antes de filmá-los. - Sim. - Já teve alguma surpresa agradável ao ver o filme terminado? - Na verdade&#8230; não. Talvez por saber o quanto eles são diferentes do que eu tinha em mente. É lá que estão os verdadeiros filmes. Depois eu os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Sinal e Ruído" src="http://images.darkhorse.com/common/salestools/previews/stn2e/stn2ep2.jpg" alt="" width="150" />- O senhor diz que cria os filmes na sua cabeça antes de filmá-los.<br />
<em><br />
- Sim.</em></p>
<p>- Já teve alguma surpresa agradável ao ver o filme terminado?<br />
<em><br />
- Na verdade&#8230; não. Talvez por saber o quanto eles são diferentes do que eu tinha em mente. É lá que estão os verdadeiros filmes. Depois eu os coloco no papel e, por fim, tenho que filmá-los&#8230; para libertá-los de sua prisão.</em></p>
<hr />
<p>Dave McKean é um gênio! Essa afirmação é irrelevante aqui, mas não poderia iniciar este pensamento sem isto. Porque ele soube expor em tão poucas linhas o que também penso a respeito dos meus escritos.</p>
<p>Eu crio personagens e histórias, que pouco a pouco adquirem vida, arbítrio e vontade. Deixam de ser pedaços de meu consciente (ou subconsciente) e se tornam sencientes por si só. Então eu escrevo, pois preciso libertá-los do cárcere minha mente.</p>
<p>Por sorte não os filmo. Acredito que não suportaria.<br />
Nisso eu me pareço mais com o Alan Moore.</p>
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		<title>Meus olhos, teus olhos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 14:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus&#8230; Apesar dos aspectos psicológicos envolvidos, imaginei essa frase de modo meio literal. Com certeza não é o que o autor &#8211; Jacob Levy Moreno &#8211; queria com isso, mas me senti confortável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus&#8230;</em></p>
<p><img class="alignright" src="http://1.bp.blogspot.com/_AD-sjDJ58U0/TDSCuj5IKqI/AAAAAAAADJk/_UqCFZmVLpI/s400/blindness.jpg" alt="" width="133" height="144" />Apesar dos aspectos psicológicos envolvidos, imaginei essa frase de modo meio literal. Com certeza não é o que o autor &#8211; Jacob Levy Moreno &#8211; queria com isso, mas me senti confortável em entregar, talvez numa bandeja, minhas lentes a outro.</p>
<p>Relembram aspectos do passado, alguém que prevê sua queda no silêncio e na cegueira e uma disposição minha, sempre presente, no sacrificar-me a este alguém.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perfume, algodão e chocolate</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 14:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas coisas fazem tanta falta hoje quanto o perfume, o toque da camiseta contra o peito e o olhar de admiração. Daquela admiração pura, simplesmente por se fazer presente e necessário. Como chocolate ela disse.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas coisas fazem tanta falta hoje quanto o perfume, o toque da camiseta contra o peito e o olhar de admiração.<br />
Daquela admiração pura, simplesmente por se fazer presente e necessário.<br />
<em>Como chocolate ela disse.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a relatividade na morte</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 15:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas costumam pensar na morte como algo absoluto, imutável e derradeiro. Recentemente tenho ponderado muito sobre o assunto, lendo conceitos de outros autores e revendo os meus próprios conceitos. Concluí que a morte é relativa - e bem relativa, diga-se afinal. A morte se apresenta em estágios; sendo o primeiro deles o de não-morte (undead). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas costumam pensar na morte como algo absoluto, imutável e derradeiro. Recentemente tenho ponderado muito sobre o assunto, lendo conceitos de outros autores e revendo os meus próprios conceitos.<br />
<strong>Concluí que a morte é relativa -</strong> e bem relativa, diga-se afinal.</p>
<ol>
<li style="margin-bottom: 1em;">A morte se apresenta em estágios; sendo o primeiro deles o de <strong>não-morte</strong> (<em>undead</em>). A maior parte de nós está passando neste momento por este estágio, sem prestar atenção a nossa própria mortalidade e ao estágio que virá a seguir.</li>
<li style="margin-bottom: 1em;">Alguns poucos de nós estão no estágio de <strong>ligeiramente mortos</strong>, já mais conscientes da verdade e do outro lado da moeda. Este estágio exige uma certa reflexão, melancolia e até mesmo alienação.</li>
<li style="margin-bottom: 1em;">O estágio de <strong>mortinho da Silva</strong> chega com conforto e descanso. Finalmente, após tanta reflexão e estafa psico-filosófica e mental, nos recolhemos ao nosso sono profundo e acreditamos que isto é tudo. É o estágio que os ignorantes tomam por derradeiro.</li>
<li style="margin-bottom: 1em;">Além disto vem o estágio da iluminação, que chamo tão <strong>morto como um prego de porta</strong> (como citado por<em> Dickens</em>).  Nesta etapa vemos o outro lado do espelho, e nos sentimos tentados a partilhar este discernimento com aqueles que estão ainda não estão lá.</li>
<li>Finalmente, o <strong>renascido</strong>. Após uma eternidade preso as correntes, caixilhas e pregos no estágio anterior, o indivíduo se consome e desaparece. Perde então a consciência da morte e retorna ao estágio 1.</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/-qVNTSqFtY6E/TxtemG4evXI/AAAAAAAAAD8/UwqpnqbW3Hc/s1600/A-MORTE-INCOMODA.jpg" alt="" width="600" height="429" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Odeio por saber que eu leria</title>
		<link>http://caindo.com.br/2012/03/28/odeio-voce-por-saber-que-eu-leria/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 11:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>

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		<description><![CDATA[Odeio você por saber que eu leria, odeio por me roubar minha paz temporária, por elogiar e lembrar de mim&#8230; Resta saber se só odeio. #espontaneidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Odeio você por saber que eu leria,<br />
odeio por me roubar minha paz temporária,<br />
por elogiar e lembrar de mim&#8230;</p>
<p>Resta saber se só odeio. #espontaneidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a Desgraça</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 11:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[shakespeare]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de me explicar brevemente sobre a indignação de ontem. Existem vários textos que circulam a internet, em correntes ou apresentações extremamente elaboradas e que são falsamente atribuídas a escritores reconhecidos, Shakespeare em especial. Isto me revolta! Estes textos de auto-ajuda, populares e em termos atuais pouco condizem com a melodramática obra do autor que fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de me explicar brevemente sobre a indignação de ontem.<br />
Existem vários textos que circulam a internet, em correntes ou apresentações extremamente elaboradas e que são <strong>falsamente</strong> atribuídas a escritores reconhecidos, Shakespeare em especial. Isto me revolta!<br />
Estes textos de auto-ajuda, populares e em termos atuais pouco condizem com a melodramática obra do autor que fala não tão somente, mas em especial, do amor, a dor que o causa, o tempo e a perda.</p>
<p>É possível que ele nunca tenha existido, é verdade, e seus escritos venham de diversos autores reunidos por um agente empresário, ou que seja um pseudônimo para um nome muito mais humilde. Mesmo isto não serve para desvalorizar ou denegrir a magnífica obra do autor.</p>
<p>Dizem que <em>a ignorância é uma bênção</em>, e parece-me que a sociedade atual concorda, alienada ao real, forja uma cultura falsa que tão brevemente estará infundida nos círculos denominados &#8220;intelectuais&#8221;, como discursos de graduação em bacharelado.<br />
Ops, isso já aconteceu, e eu presenciei.</p>
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		<title>Mais duradouro que a eternidade&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[prosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Disse que me amava, no passado, presente e vindouro. Encontrei as palavras rascunhadas numa pequena nota, abandonada enquanto a perdia dentro de mim. Aquele pedaço de papel transcendeu os limites do próprio tempo e imortalizou um sentimento encrustado em sua superfície. Ainda lembro de como suas garras escaparam ao beiral e mergulhou na escuridão. Somente o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Anathema - Eternity" src="http://www.svartrecords.com/shoppe/723-817-large/anathema-eternity-2lp-black-vinyl.jpg" alt="Anathema - Eternity" width="120" height="120" />Disse que me amava, no passado, presente e vindouro. Encontrei as palavras rascunhadas numa pequena nota, abandonada enquanto a perdia dentro de mim.</p>
<p>Aquele pedaço de papel transcendeu os limites do próprio tempo e imortalizou um sentimento encrustado em sua superfície.</p>
<p>Ainda lembro de como suas garras escaparam ao beiral e mergulhou na escuridão. Somente o silêncio e a marca dos arranhões, que demoraram a desaparecer. Sob a crosta, no entanto, outras lembranças pelas quais não posso sequer agradecer-te, pois não a encontro novamente.</p>
<p>Já tão inserida em meu âmago que desfaz todas as tentativas em percebê-la, separá-la de minha psiquê. Acredito que enlouqueceria se te encontrasse novamente, e perderia-me contigo. Permaneço são portanto, na busca que perdura além da eternidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>R</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 14:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[egoismo]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu espírito carece de objetividade, vê o mundo a partir de si mesmo&#8230; Egoísmo, a que escola pertences?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://posterous.com/getfile/files.posterous.com/oneminutemason/5LakGEwgPb8qaoZ2QdLYK2Vf4iaphdY1DS1ilRo2IUhXt8YCk6RsquILlUif/Lord_Byron_Cup.jpg" alt="" width="135" height="178" />Meu espírito carece de objetividade,<br />
vê o mundo a partir de si mesmo&#8230;<br />
Egoísmo, a que escola pertences?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Self-recognition</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 21:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[faerie]]></category>

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		<description><![CDATA[In some folklore fairies (or sidhe) have green eyes and often bite. Though they can confuse one with their words, fairies cannot lie. They hate being told &#8216;thank you&#8217;, as they see it as a sign of one forgetting the good deed done, and, instead, want something that will guarantee remembrance. - verbete Faerie, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft noframe" title="Triskle" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS82kynWX4_FZTOPZU189CHx2aHVslCQoj7Im6a0OZ4rmyGEjMbvg" alt="" width="180" />In some folklore fairies (or sidhe) have green eyes and often bite. Though they can confuse one with their words, fairies cannot lie. They hate being told &#8216;thank you&#8217;, as they see it as a sign of one forgetting the good deed done, and, instead, want something that will guarantee remembrance.</em></p>
<p><em></em>- <a title="Faerie, na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Faerie">verbete Faerie, na Wikipedia</a> (EN)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prece</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 14:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[virtudes]]></category>

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		<description><![CDATA[Que eu não seja aos meus causa de juízo ou condenação&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que eu não seja aos meus causa de juízo ou condenação&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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