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	<title>Caindo &#187; versos</title>
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		<title>Tormenta</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[monstro]]></category>
		<category><![CDATA[virtudes]]></category>

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		<description><![CDATA[Que venha a tormenta, sua chuva, ventania e trovões, que atinja o campo de batalha com força e domínio, e que seus raios me partam em inúmeras frações libertando estas sendas de seu senhor mais sombrio. Que os fragmentos de minh&#8217;alma possam então divididos, ao invés de disputados; cada peça de mim um penhor dentre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que venha a tormenta, sua chuva, ventania e trovões,<br />
que atinja o campo de batalha com força e domínio,<br />
e que seus raios me partam em inúmeras frações<br />
libertando estas sendas de seu senhor mais sombrio.</p>
<p>Que os fragmentos de minh&#8217;alma possam então divididos,<br />
ao invés de disputados; cada peça de mim um penhor<br />
dentre meus combatentes mais valorosos então repartidos<br />
meu pesar, minha mágoa e rancor.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pressão</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto a pressão aumenta, enquanto os vasculares se dilatam, ardem meus olhos sobre as velas, lendo as palavras que escrevi [ e nunca proferi. Sinto minha mente ferver em uma caçarola de tormentos que me desfaz aos poucos entre leite-de-coco, gengibre [ e pimenta. Não importando onde vou, me persegue e me alcança, tortura-me novamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rasamalaysia.com/tom-kha-gai-recipe-thai-coconut-chicken-soup/?pid=2056"><img class="alignright" title="Tom Kha Gai (Thai Coconut Chicken Soup)" src="http://rasamalaysia.com/images/tom-kha-gai/chicken_coconut_soup1.jpg" alt="" width="200" /></a></p>
<p>Enquanto a pressão aumenta,<br />
enquanto os vasculares se dilatam,<br />
ardem meus olhos sobre as velas,<br />
lendo as palavras que escrevi<br />
[ e nunca proferi.</p>
<p>Sinto minha mente ferver<br />
em uma caçarola de tormentos<br />
que me desfaz aos poucos<br />
entre leite-de-coco, gengibre<br />
[ e pimenta.</p>
<p>Não importando onde vou,<br />
me persegue e me alcança,<br />
tortura-me novamente os sentidos<br />
devora-me novamente o sono<br />
[ e digere-o.</p>
<hr />
<p>Versos <em>alimentados</em> por uma receita tailandesa do Toni, uma música do Anathema e meus próprios escritos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mármore, pt.1</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 20:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[rainha]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algo especial na maneira que sorri, e uma beleza lacrimosa em seu olhar. Há um jeito todo particular de me reger, que envolve orgulho, responsabilidade [ e pesar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aaronpocock.wordpress.com/2010/08/25/queen/"><img class="alignleft noframe" style="margin-right: 1em;" title="Queen… By aaronpocock" src="http://aaronpocock.files.wordpress.com/2010/08/flowerqueen_border11_sml.jpg" alt="Queen… By aaronpocock" width="120" /></a>Há algo especial na maneira que sorri,<br />
e uma beleza lacrimosa em seu olhar.<br />
Há um jeito todo particular de me reger,<br />
que envolve orgulho, responsabilidade<br />
[ e pesar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O olhar da Imperatriz</title>
		<link>http://caindo.com.br/2011/11/30/o-olhar-da-imperatriz/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 18:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[imperatriz]]></category>
		<category><![CDATA[princesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Virou a Imperatriz sobre a mesa, nesta esquina, ela que dentre os arcanos a mais bela, mais altiva, de fina cintura e sorriso largo, sedutora. Ilustrada com um cortejo de pajens, em flores coroada, sua presença austera e marcial, capuleto, livrou-me de meu torpor matinal, sobressalto. E a figura de papel sobre a mesa ganha vida, reconhecera-me, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><img class="noframe" title="&quot;The Empress&quot; by Stephanie Pui-Mun Law" src="http://images.elfwood.com/art/p/u/puimun/tarot03.jpg" alt="" width="180" /><p class="wp-caption-text">&quot;The Empress&quot; by Stephanie Pui-Mun Law</p></div>
<p>Virou a Imperatriz sobre a mesa,<br />
nesta esquina,<br />
ela que dentre os arcanos a mais bela,<br />
mais altiva,<br />
de fina cintura e sorriso largo,<br />
sedutora.</p>
<p>Ilustrada com um cortejo de pajens,<br />
em flores coroada,<br />
sua presença austera e marcial,<br />
capuleto,<br />
livrou-me de meu torpor matinal,<br />
sobressalto.</p>
<p>E a figura de papel sobre a mesa ganha vida,<br />
reconhecera-me,<br />
e dentro de sua carruagem acenou-me,<br />
simpatia,<br />
premiando-me ao relembrar em seu olhar<br />
d&#8217;uma princesa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Watching over Me&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 12:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[ophelia]]></category>

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		<description><![CDATA[É carente, exigente de atenção e cuidados, é vingativa quando não lhe sirvo aos desejos, mas nestes dias que minha saúde não bastou, ficou à cabeceira zelando meu sono&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É carente, exigente de atenção e cuidados,<br />
é vingativa quando não lhe sirvo aos desejos,<br />
mas nestes dias que minha saúde não bastou,<br />
ficou à cabeceira zelando meu sono&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Espera</title>
		<link>http://caindo.com.br/2011/11/01/espera/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 21:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Está sempre por perto, mas nunca me visita. Se me encontra na rua não me cumprimenta, desvia o olhar, sequer sorri. Curiosa ronda nossos amigos, ás vezes, visita suas casas e lá fala de mim, espero, mas nenhum recado me entregaram. Certa vez, por mensagens instântaneas combinamos um café que nunca bebemos, conversas sobre um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright noframe" title="Death" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRYUTXn2usoUiEzJAbA1zxvAQyve8evCdgCC4cWdWn3L-TAYhTN2Q" alt="" />Está sempre por perto, mas nunca me visita.<br />
Se me encontra na rua não me cumprimenta,<br />
desvia o olhar, sequer sorri.</p>
<p>Curiosa ronda nossos amigos, ás vezes,<br />
visita suas casas e lá fala de mim, espero,<br />
mas nenhum recado me entregaram.</p>
<p>Certa vez, por mensagens instântaneas<br />
combinamos um café que nunca bebemos,<br />
conversas sobre um futuro que não realizamos.</p>
<p>Me prolongo nas ruas em que passa,<br />
saio mais cedo, permaneço até mais tarde,<br />
mas me foge para um outro lugar.</p>
<p>Há uma semana espero a visita que não chega,<br />
ansiedade que me corrói como úlcera, a espera,<br />
da chegada de minha amada Morte.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É chamada intuição,&#8230;</title>
		<link>http://caindo.com.br/2011/10/03/e-chamada-intuicao/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 02:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[princesa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; ou empatia, e dentre minhas habilidades é das mais superestimada. Há um aspecto dela pouco notável, aquele que me faz perceber as palavras não ditas, secretamente desejadas. - Não é bom nos vermos hoje&#8230; O pior é que, tendo consciência destas e faltando a coragem ou a sinceridade em expressá-las, acabo por eu mesmo narrar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; ou empatia, e dentre minhas habilidades é das mais superestimada. Há um aspecto dela pouco notável, aquele que me faz perceber as palavras não ditas, secretamente desejadas.<br />
<em>- Não é bom nos vermos hoje&#8230;</em></p>
<p>O pior é que, tendo consciência destas e faltando a coragem ou a sinceridade em expressá-las, acabo por eu mesmo narrar, por desferir o golpe que me fere.<br />
<em>- Você não voltará mais&#8230;</em></p>
<p>Parece-me que ela &#8211; minha intuição &#8211; somente se manifesta quando sou desprezado (fato não tão raro) e as coisas parecem embaraçosas demais para que o meu trato social possa lidar.<br />
<em>- Eu sei, existe outra pessoa&#8230;</em></p>
<p><em></em>Apesar disto, transformo as palavras duras numa brincadeira sem sentido e termino dizendo que tudo permanece bem. Mas ao virar as costas, são meus olhos a encontrar do chão as lajotas.<em><br />
- É, eu acho que acabou.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amar-te ia</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[vanir]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra quando nos vimos pela última vez? Você me ofereceu um abraço e um beijo e mesmo após longos anos sem nos falar me convidou para beber contigo? E eu todo ocupado respondi que gostaria, mas não havia como, não tinha tempo. &#8220;Talvez numa outra vez, talvez em junho&#8221;. Mas junho nunca veio. E você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra quando nos vimos pela última vez?<br />
Você me ofereceu um abraço e um beijo<br />
e mesmo após longos anos sem nos falar<br />
me convidou para beber contigo?</p>
<p>E eu todo ocupado respondi que gostaria,<br />
mas não havia como, não tinha tempo.<br />
&#8220;Talvez numa outra vez, talvez em junho&#8221;.<br />
Mas junho nunca veio.</p>
<p><img class="alignright" title="Dash coffe - http://www.cafepress.co.uk/+dash+mugs" src="http://images4.cpcache.com/product/stationary-scrapbooking-scissors/502693034v1_225x225_Back.jpg" alt="" width="180" height="180" />E você me olhou daquele jeito e eu percebi<br />
que era o mesmo olhar que eu já conhecia.<br />
E como se não quisesse que eu me fosse,<br />
me abraçou.</p>
<p>É difícil pensar que iria acabar um dia,<br />
e que aquele poderia ter sido nosso último café.<br />
E me dói pensar que não terei outra chance<br />
para abraçar você.</p>
<p>Eu deveria ter encontrado um tempo,<br />
ter encontrado um jeito, ter parado de pensar.<br />
Mas agora você se foi e aquela bebida é<br />
muito tarde para aceitar.</p>
<p>Quantas vezes tentei corrigir meu erro,<br />
e voltar àquele lugar, se você ainda estivesse lá<br />
eu desejaria que não fosse tarde demais<br />
para voltar.</p>
<p><em>Estes versos que eu tento escrever a meses são inspirados na partida de uma grande amiga minha em conjunto com a repetição quase incessante da música Cut Here, do the Cure.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>das Gavinhas</title>
		<link>http://caindo.com.br/2011/02/17/das-gavinhas/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 10:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[princesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro das gavinhas, sombrias filiformas que escorriam de seus cabelos e germinavam nos seus olhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro das gavinhas,<br />
sombrias filiformas<br />
que escorriam de seus cabelos<br />
e germinavam nos seus olhos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ó Noite</title>
		<link>http://caindo.com.br/2011/02/04/o-noite/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2011/02/04/o-noite/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 23:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[mágoa]]></category>
		<category><![CDATA[néctar]]></category>
		<category><![CDATA[noite]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem dera ó noite você aqui, Quem dera a noite você prá mim. O sol nunca mais o céu raiar, em dourado não mais traçar. Quem dera ó lua teu toque frio, encontrar-me sobre a mesa ébrio a sorver da mágoa lentamente o sangue, tão amargo aguardente. Rasga-me a garganta, de afasia, furta-me os versos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem dera ó noite você aqui,<br />
Quem dera a noite você prá mim.<br />
O sol nunca mais o céu raiar,<br />
em dourado não mais traçar.</p>
<p>Quem dera ó lua teu toque frio,<br />
encontrar-me sobre a mesa ébrio<br />
a sorver da mágoa lentamente<br />
o sangue, tão amargo aguardente.</p>
<p>Rasga-me a garganta, de afasia,<br />
furta-me os versos, minha poesia<br />
e deixa-me a cair.</p>
<p>Para o seio cálido da noite<br />
onde enfim me faço amante<br />
até a aurora surgir.</p>
]]></content:encoded>
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