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		<title>Sinal e Ruído 3</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos meus mundos as pessoas morriam. Eu achava isso honesto, Achava que estava sendo honesto. Achava que estava dizendo a verdade. Achava que&#8230; Eles eram atores. E fingiam estar mortos. - Sinal e Ruído, Neil Gaiman e Dave McKean]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Signal to Noise" src="http://www.neilgaiman.com/works/images/SignaltoNoise_Paperback_1185846148.jpg" alt="" width="150" /><br />
Nos meus mundos as pessoas morriam.<br />
Eu achava isso honesto,<br />
Achava que estava sendo honesto.<br />
Achava que estava dizendo a verdade.<br />
Achava que&#8230;<br />
Eles eram atores.<br />
E fingiam estar mortos.</p>
<p><em>- Sinal e Ruído, Neil Gaiman e Dave McKean</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eridani</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[evergrey]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>

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		<description><![CDATA[Na minha imagem preferida de você, curvas  negras e reflexos castanhos, uma alma sedutoramente rubra, uma mente altiva e melancólica. Mas o destino derruba as cortinas e lança uma luz sobre sua tez, transformando o sonho em névoa e trazendo a outrora distante realidade. Evaporaram-se as águas que vertiam dos teus olhos e banhando minhas mãos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="Eridanus" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5d/Eridanus_illustration.jpg" alt="" width="180" height="125" />Na minha imagem preferida de você,<br />
curvas  negras e reflexos castanhos,<br />
uma alma sedutoramente rubra,<br />
uma mente altiva e melancólica.</p>
<p>Mas o destino derruba as cortinas<br />
e lança uma luz sobre sua tez,<br />
transformando o sonho em névoa<br />
e trazendo a outrora distante realidade.</p>
<p>Evaporaram-se as águas que vertiam dos teus olhos<br />
e banhando minhas mãos e pulsos,<br />
me algemavam ao sonhar.</p>
<p>De escravo me vejo liberto, nu e sincero<br />
o vermelho agora me escorre do peito<br />
e o azul inunda minh&#8217;alma.</p>
<p>- inspirado em<em> I&#8217;m Sorry, Evergrey</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Devils&#8217; Due</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[starcraft]]></category>

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		<description><![CDATA[I love you, Jim. You&#8217;re my son, and I always will love you. I used to think I could also say, &#8216;I&#8217;ll always be proud of you.&#8217; But I can&#8217;t honestly say that anymore. You&#8217;re walking down a dark path, Jim . A path I never could have forseen for you, and one I simply [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="jim raynor by ~yy6242" src="http://www.deviantart.com/download/186589073/jim_raynor_by_yy6242-d33391t.jpg" alt="" width="150" />I love you, Jim. You&#8217;re my son, and I always will love you. I used to think I could also say, &#8216;I&#8217;ll always be proud of you.&#8217; But I can&#8217;t honestly say that anymore.</p>
<p>You&#8217;re walking down a dark path, Jim . A path I never could have forseen for you, and one I simply cannot respect. We love you, but we can&#8217;t take your money. That&#8217;s blood money, Son, and that&#8217;s not how you were raised.</p>
<p>Do you remember what I used to tell you, Son? <strong>A man is what he chooses to be. </strong>It&#8217;s not how he&#8217;s born, or how he&#8217;s raised, that makes the man. It&#8217;s his choices. Right now, you&#8217;re choosing to walk down a dark path I can&#8217;t condone. But a man can turn his life around with a single thought, a single decision. <strong>You can always choose to be something new.</strong> Never forget that.</p>
<div>
<p><em>- Trace Raynor&#8217;s final message recorded to his son.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sinal e Ruído 2</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[gaiman]]></category>
		<category><![CDATA[mckean]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[A mortalidade é algo difícil de encarar. &#8220;Aquilo que não nos mata nos fortalece.&#8221; Pode até ser. Mas o que nos mata nos mata, e isso é dureza&#8230; - Sinal e Ruído, Neil Gaiman e Dave McKean]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Signal to Noise" src="http://meerchant.files.wordpress.com/2011/07/neil_gaiman_signal_to_noise.jpg" alt="" width="150" />A mortalidade é algo difícil de encarar.</p>
<p>&#8220;Aquilo que não nos mata nos fortalece.&#8221; Pode até ser. <strong>Mas o que nos mata nos mata, </strong>e isso é dureza&#8230;</p>
<p><em>- Sinal e Ruído, Neil Gaiman e Dave McKean</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sinal e Ruído 1</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoria]]></category>
		<category><![CDATA[gaiman]]></category>
		<category><![CDATA[mckean]]></category>
		<category><![CDATA[moore]]></category>

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		<description><![CDATA[- O senhor diz que cria os filmes na sua cabeça antes de filmá-los. - Sim. - Já teve alguma surpresa agradável ao ver o filme terminado? - Na verdade&#8230; não. Talvez por saber o quanto eles são diferentes do que eu tinha em mente. É lá que estão os verdadeiros filmes. Depois eu os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Sinal e Ruído" src="http://images.darkhorse.com/common/salestools/previews/stn2e/stn2ep2.jpg" alt="" width="150" />- O senhor diz que cria os filmes na sua cabeça antes de filmá-los.<br />
<em><br />
- Sim.</em></p>
<p>- Já teve alguma surpresa agradável ao ver o filme terminado?<br />
<em><br />
- Na verdade&#8230; não. Talvez por saber o quanto eles são diferentes do que eu tinha em mente. É lá que estão os verdadeiros filmes. Depois eu os coloco no papel e, por fim, tenho que filmá-los&#8230; para libertá-los de sua prisão.</em></p>
<hr />
<p>Dave McKean é um gênio! Essa afirmação é irrelevante aqui, mas não poderia iniciar este pensamento sem isto. Porque ele soube expor em tão poucas linhas o que também penso a respeito dos meus escritos.</p>
<p>Eu crio personagens e histórias, que pouco a pouco adquirem vida, arbítrio e vontade. Deixam de ser pedaços de meu consciente (ou subconsciente) e se tornam sencientes por si só. Então eu escrevo, pois preciso libertá-los do cárcere minha mente.</p>
<p>Por sorte não os filmo. Acredito que não suportaria.<br />
Nisso eu me pareço mais com o Alan Moore.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meus olhos, teus olhos</title>
		<link>http://caindo.com.br/2012/05/09/meus-olhos-teus-olhos/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 14:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus&#8230; Apesar dos aspectos psicológicos envolvidos, imaginei essa frase de modo meio literal. Com certeza não é o que o autor &#8211; Jacob Levy Moreno &#8211; queria com isso, mas me senti confortável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos e colocá-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para colocá-los no lugar dos teus&#8230;</em></p>
<p><img class="alignright" src="http://1.bp.blogspot.com/_AD-sjDJ58U0/TDSCuj5IKqI/AAAAAAAADJk/_UqCFZmVLpI/s400/blindness.jpg" alt="" width="133" height="144" />Apesar dos aspectos psicológicos envolvidos, imaginei essa frase de modo meio literal. Com certeza não é o que o autor &#8211; Jacob Levy Moreno &#8211; queria com isso, mas me senti confortável em entregar, talvez numa bandeja, minhas lentes a outro.</p>
<p>Relembram aspectos do passado, alguém que prevê sua queda no silêncio e na cegueira e uma disposição minha, sempre presente, no sacrificar-me a este alguém.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Perfume, algodão e chocolate</title>
		<link>http://caindo.com.br/2012/04/24/perfume-algodao-e-chocolate/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 14:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucas coisas fazem tanta falta hoje quanto o perfume, o toque da camiseta contra o peito e o olhar de admiração. Daquela admiração pura, simplesmente por se fazer presente e necessário. Como chocolate ela disse.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas coisas fazem tanta falta hoje quanto o perfume, o toque da camiseta contra o peito e o olhar de admiração.<br />
Daquela admiração pura, simplesmente por se fazer presente e necessário.<br />
<em>Como chocolate ela disse.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ignorância é Força</title>
		<link>http://caindo.com.br/2012/04/23/ignorancia-e-forca/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 21:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[orwell]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; prisões sem julgamento, escravização de prisioneiros de guerra, execuções públicas, tortura para extrair confissões, uso de reféns e deportação de populações inteiras -, não apenas voltaram a se tornar comuns como eram toleradas e defendidas até por pessoas consideradas esclarecidas e progressistas. - 1984, de George Orwell]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; prisões sem julgamento, escravização de prisioneiros de guerra, execuções públicas, tortura para extrair confissões, uso de reféns e deportação de populações inteiras -, não apenas voltaram a se tornar comuns como eram toleradas e defendidas até por pessoas consideradas esclarecidas e progressistas.</p>
<p>- <a title="Nineteen Eighty Four" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nineteen_Eighty-Four" target="_blank">1984</a>, de George Orwell</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre a relatividade na morte</title>
		<link>http://caindo.com.br/2012/04/21/sobre-a-relatividade-na-morte/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 15:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas costumam pensar na morte como algo absoluto, imutável e derradeiro. Recentemente tenho ponderado muito sobre o assunto, lendo conceitos de outros autores e revendo os meus próprios conceitos. Concluí que a morte é relativa - e bem relativa, diga-se afinal. A morte se apresenta em estágios; sendo o primeiro deles o de não-morte (undead). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas costumam pensar na morte como algo absoluto, imutável e derradeiro. Recentemente tenho ponderado muito sobre o assunto, lendo conceitos de outros autores e revendo os meus próprios conceitos.<br />
<strong>Concluí que a morte é relativa -</strong> e bem relativa, diga-se afinal.</p>
<ol>
<li style="margin-bottom: 1em;">A morte se apresenta em estágios; sendo o primeiro deles o de <strong>não-morte</strong> (<em>undead</em>). A maior parte de nós está passando neste momento por este estágio, sem prestar atenção a nossa própria mortalidade e ao estágio que virá a seguir.</li>
<li style="margin-bottom: 1em;">Alguns poucos de nós estão no estágio de <strong>ligeiramente mortos</strong>, já mais conscientes da verdade e do outro lado da moeda. Este estágio exige uma certa reflexão, melancolia e até mesmo alienação.</li>
<li style="margin-bottom: 1em;">O estágio de <strong>mortinho da Silva</strong> chega com conforto e descanso. Finalmente, após tanta reflexão e estafa psico-filosófica e mental, nos recolhemos ao nosso sono profundo e acreditamos que isto é tudo. É o estágio que os ignorantes tomam por derradeiro.</li>
<li style="margin-bottom: 1em;">Além disto vem o estágio da iluminação, que chamo tão <strong>morto como um prego de porta</strong> (como citado por<em> Dickens</em>).  Nesta etapa vemos o outro lado do espelho, e nos sentimos tentados a partilhar este discernimento com aqueles que estão ainda não estão lá.</li>
<li>Finalmente, o <strong>renascido</strong>. Após uma eternidade preso as correntes, caixilhas e pregos no estágio anterior, o indivíduo se consome e desaparece. Perde então a consciência da morte e retorna ao estágio 1.</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/-qVNTSqFtY6E/TxtemG4evXI/AAAAAAAAAD8/UwqpnqbW3Hc/s1600/A-MORTE-INCOMODA.jpg" alt="" width="600" height="429" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resultado para o Concurso</title>
		<link>http://caindo.com.br/2012/04/20/resultado-para-o-concurso/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 14:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[autoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizando portanto o resultado da minha convocação para o Concurso de Contos, ficamos com a seguinte pontuação: Ela: 7 votos Familiar: 4 votos Livre Enfim: 3 votos Últimos instantes de um Guardião: 3 votos Monstro Liberto: 1 voto Ela e Familiar serão então enviados para o concurso. Eu ainda estava empolgado com Livre Enfim que estava na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualizando portanto o resultado da minha convocação para o <a title="Concurso de Contos" href="http://caindo.com.br/2012/04/09/concurso-de-contos/">Concurso de Contos</a>, ficamos com a seguinte pontuação:</p>
<ul>
<li><strong><a title="Ela" href="http://caindo.com.br/2003/08/29/ela-3/">Ela</a>: 7 votos</strong></li>
<li><strong><a title="Familiar" href="http://caindo.com.br/2011/08/12/familiar/">Familiar</a>: 4 votos</strong></li>
<li><a title="Livre Enfim" href="http://caindo.com.br/2008/09/05/livre-enfim/">Livre Enfim</a>: 3 votos</li>
<li><a title="Últimos instantes de um Guardião" href="http://caindo.com.br/2003/10/10/os-ultimos-instantes-de-um-guardiao/">Últimos instantes de um Guardião</a>: 3 votos</li>
<li><a title="Monstro Liberto" href="http://caindo.com.br/2011/02/14/monstro-liberto/">Monstro Liberto</a>: 1 voto</li>
</ul>
<p><strong>Ela </strong>e<strong> Familiar</strong> serão então enviados para o concurso. Eu ainda estava empolgado com Livre Enfim que estava na segunda posição quando, nesta última semana, Familiar e Últimos instantes&#8230; surpreenderam-me ao ganhar um novo fôlego.</p>
<p>Ela é muito bom, mas eu acho ele um tanto curto e previsível, especialmente para quem lê Neil Gaiman. O Monstro Liberto é uma seqüência de um outro conto e fica realmente estranho sem sua prévia.</p>
<p>Gostaria de agradecer ao amigos que me apoiaram nessa: Andréa, Amanda, Fernanda, Giovana, Jaqueline, Juliana, Maria Eduarda, Matheus, Priscilla, Ricardo e Stéfani.</p>
]]></content:encoded>
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