<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Caindo</title>
	<atom:link href="http://caindo.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://caindo.com.br</link>
	<description>falling again...</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Aug 2010 14:19:43 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Stand by</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/08/31/stand-by/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/08/31/stand-by/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1235</guid>
		<description><![CDATA[Life will knock us down, but we can choose whether or not to stand back up.
Ou, no meu caso, permanecer de pé&#8230;


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Life will knock us down, but we can choose whether or not to stand back up.</em></p>
<p>Ou, no meu caso, permanecer de pé&#8230;</p>
<div><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px;"><br />
</span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/08/31/stand-by/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Percurso</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/08/25/percurso/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/08/25/percurso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[cinzento]]></category>
		<category><![CDATA[greywaste]]></category>
		<category><![CDATA[horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1230</guid>
		<description><![CDATA[Percorro as ruas de calçadas fragmentadas entre as quais cresce a erva daninha. Apesar do que o nome sugere, a planta não é verde, ao invés tão cinzenta quanto a calçada. Cinzento também o asfalto, os muros e os panfletos neles colados.
Grisalhos e opacos os cabelos e os olhares dos transeuntes, alheios ao germinar da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Percorro as ruas de calçadas fragmentadas entre as quais cresce a erva daninha. Apesar do que o nome sugere, a planta não é verde, ao invés tão cinzenta quanto a calçada. Cinzento também o asfalto, os muros e os panfletos neles colados.</p>
<p>Grisalhos e opacos os cabelos e os olhares dos transeuntes, alheios ao germinar da erva e das árvores cinzentas. Nem mesmo o gato que atravessa a estrada em disparada é completamente negro.</p>
<p>Ao subir a ladeira me deparo com o único ponto colorido em meu universo: os céus, acima dos edifícios e telhados exprime uma suave cor púrpura que se mescla ao horizonte banhado pela suave radiância de nossa lua argêntea. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/08/25/percurso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre a Morte, por Drizzt Do’Urden</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/08/03/sobre-a-morte-por-drizzt-do%e2%80%99urden/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/08/03/sobre-a-morte-por-drizzt-do%e2%80%99urden/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 22:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1219</guid>
		<description><![CDATA[Estou morrendo.
A cada dia, a cada sopro de ar que aspiro, mais me aproximo do final de minha vida. Pois que nascemos com um número finito de alentos, e cada uma de minhas inspirações conduz a luz do sol que é minha vida rumo ao inevitável crepúsculo.
(&#8230;)

Tanta gente, parece-me, se apega às mesmas rotinas, desempenhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin: 0 0 1em 1em;" src="http://www.eldonthompson.com/images/Fav-Drizzt.gif" alt="" width="192" height="185" />Estou morrendo.</p>
<p>A cada dia, a cada sopro de ar que aspiro, mais me aproximo do final de minha vida. Pois que nascemos com um número finito de alentos, e cada uma de minhas inspirações conduz a luz do sol que é minha vida rumo ao inevitável crepúsculo.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><span id="more-1219"></span></p>
<p>Tanta gente, parece-me, se apega às mesmas rotinas, desempenhando os rituais do dia-a-dia com fervor quase religioso. Elas se tornam criaturas de hábitos simples. Em parte, o fazem pelo conforto proporcionado pela familiaridade, mas há outro aspecto atrelado a isso, uma crença profundamente enraizada de que desde que mantenham tudo como está, tudo continuará como está. Esses rituais são sua maneira de controlar o mundo que as cerca, o que, na verdade, não lhes é possível. Pois, ainda que sigam exatamente a mesma rotina dia após dia , a morte certamente irá encontrá-los.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/08/03/sobre-a-morte-por-drizzt-do%e2%80%99urden/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 Jahre lang</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/08/01/5-jahre-lang/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/08/01/5-jahre-lang/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 17:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[anseios]]></category>
		<category><![CDATA[immortelle]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1149</guid>
		<description><![CDATA[Du hast ihn getötet, hast ihn erstickt mit deinen Taten
Ihn verstoßen, ausgenutzt und sein Gefühl verraten
Er liebte doch so stark, wie ein Mensch nur lieben kann
5 Jahre lang, hab ich dich geliebt
5 Jahre lang, gegen alles, was es gibt
5 Jahre lang, meiner Liebe Untertan
zur Hölle fahr&#8217;n
- trecho de 5 Jahre, L&#8217;Âme Immortelle
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Du hast ihn getötet, hast ihn erstickt mit deinen Taten<br />
Ihn verstoßen, ausgenutzt und sein Gefühl verraten<br />
Er liebte doch so stark, wie ein Mensch nur lieben kann<br />
5 Jahre lang, hab ich dich geliebt<br />
5 Jahre lang, gegen alles, was es gibt<br />
5 Jahre lang, meiner Liebe Untertan<br />
zur Hölle fahr&#8217;n</p>
<p><em>- trecho de </em><a title="5 Jahre - L'Âme Immortelle" href="http://www.lastfm.de/music/L'Âme+Immortelle/_/5+Jahre" target="_blank"><em>5 Jahre, L&#8217;Âme Immortelle</em></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/08/01/5-jahre-lang/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ao fim de Julho</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/07/30/ao-fim-de-julho-2/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/07/30/ao-fim-de-julho-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1216</guid>
		<description><![CDATA[- publicado originalmente em 29 de julho de 2008
Ela se foi; nas últimas horas de Julho partiu, levando consigo o frio e a paz. Silenciosamente, a noite se foi&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>- publicado originalmente em 29 de julho de 2008</em></p>
<p>Ela se foi; nas últimas horas de Julho partiu, levando consigo o frio e a paz. Silenciosamente, a noite se foi<a title="Ao fim de Julho" href="http://caindo.com.br/2008/07/29/ao-fim-de-julho/">&#8230;</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/07/30/ao-fim-de-julho-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rascunho</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/07/30/rascunho/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/07/30/rascunho/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[inacabado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1200</guid>
		<description><![CDATA[em 16 de março de 2010, às 22:53 por Véxo
Em meio as névoas farejei meus fantasmas. Caminhavam mãos dadas sem perceberem minha presença, e eu lentamente os segui. O branco leitoso encobria a visão ou talvez os próprios fantasmas, alvos na névoa tornaram-se invisíveis. Mas ainda podia farejá-los. Ao menos assim o pensava.
Poucos metros tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>em 16 de março de 2010, às 22:53 por Véxo</em></p>
<p>Em meio as névoas farejei meus fantasmas. Caminhavam mãos dadas sem perceberem minha presença, e eu lentamente os segui. O branco leitoso encobria a visão ou talvez os próprios fantasmas, alvos na névoa tornaram-se invisíveis. Mas ainda podia farejá-los. Ao menos assim o pensava.</p>
<p>Poucos metros tinha adentrado quando também o odor dissipou-se. Erguendo as narinas busquei um resquício de sua presença e não encontrei. Fora ludibriado, para a&#8230;</p>
<p>[ inacabado ]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/07/30/rascunho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Último dos Cinzentos</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/07/29/o-ultimo-dos-cinzentos/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/07/29/o-ultimo-dos-cinzentos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[anseios]]></category>
		<category><![CDATA[greywaste]]></category>
		<category><![CDATA[horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1211</guid>
		<description><![CDATA[Quase uma Era se foi. Para os elfos não pareceu mais que meia década, mas para os humanos toda uma geração envelheceu e partiu. Para a maioria dos humanos ao menos.
Apesar dos anos permaneço de pé, com as costas retas, a face altiva. A velhice me atingiu de sua maneira arrebatadora, tingindo em prata meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase uma Era se foi. Para os elfos não pareceu mais que meia década, mas para os humanos toda uma geração envelheceu e partiu. Para a maioria dos humanos ao menos.</p>
<p>Apesar dos anos permaneço de pé, com as costas retas, a face altiva. A velhice me atingiu de sua maneira arrebatadora, tingindo em prata meus cabelos e ofuscando o brilho do olhar.<br />
Mas a morte não veio, não levou consigo a vivacidade e o ardor de um guerreiro.</p>
<p>Mas isto porque, e somente porque, me nego a desistir, me agarrando aos últimos fiapos de esperança, às promessas e àquela vontade de vislumbrar o fim&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/07/29/o-ultimo-dos-cinzentos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre a Nostalgia, por Drizzt Do&#8217;Urden</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/07/28/sobre-a-nostalgia-por-drizzt-dourden/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/07/28/sobre-a-nostalgia-por-drizzt-dourden/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1205</guid>
		<description><![CDATA[
A nostalgia é, talvez, a maior de das mentiras que todos nós contamos a nós mesmos. É o lustro do passado a se adaptar às sensibilidades do presente. Para alguns, isso traz um certo consolo, um sentido de identidade e origem, mas outros, acho eu, exageram essas lembranças alteradas e, por causa disso, ficam paralisados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" alignright" src="http://www.nassaulibrary.org/centreblog/Drizzt27.jpg" alt="Drizzt Do'Urden" width="204" height="406" /></p>
<p>A nostalgia é, talvez, a maior de das mentiras que todos nós contamos a nós mesmos. É o lustro do passado a se adaptar às sensibilidades do presente. Para alguns, isso traz um certo consolo, um sentido de identidade e origem, mas outros, acho eu, exageram essas lembranças alteradas e, por causa disso, ficam paralisados diante da realidade.</p>
<p>Quantas pessoas anelam por aquele &#8220;mundo passado, mais simples e melhor&#8221;, eu me pergunto, sem jamais reconhecer a verdade de que talvez elas é que eram mais simples e melhores, e não o mundo ao seu redor?</p>
<p><span id="more-1205"></span></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>A nostalgia é algo necessário, creio eu, e uma maneira de todos nós encontrarmos paz naquilo que realizamos, ou até mesmo no que não conseguimos realizar. Por outro lado, se a nostalgia precipitar nossas ações numa tentativa de retornar àquela época lendária e cor-de-rosa, particularmente no caso de alguém que acredita que sua vida tenha sido um fracasso, então é algo vazio, condenado a gerar nada além de frustração e uma sensação ainda maior de fracasso.</p>
<p>Pior ainda, se a nostalgia colocar obstáculos no caminho da evolução, então se trata de algo realmente limitante.</p>
<p>- Drizzt Do&#8217;Urden</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/07/28/sobre-a-nostalgia-por-drizzt-dourden/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lughnasa</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/03/09/lughnasa/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/03/09/lughnasa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[cornwell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1197</guid>
		<description><![CDATA[Acordamos no alvorecer perfeito de Lughnasa. Houve ocasiões de pura felicidade em minha vida, e aquela foi uma. São ocasiões, acho, em que o amor está no mesmo passo da existência, ou talvez quando os Deuses querem que sejamos tolos, e nada é tão doce quanto a tolice de Lughnasa. (&#8230;)
- Derfel em O Rei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acordamos no alvorecer perfeito de Lughnasa. Houve ocasiões de pura felicidade em minha vida, e aquela foi uma. São ocasiões, acho, em que o amor está no mesmo passo da existência, ou talvez quando os Deuses querem que sejamos tolos, e nada é tão doce quanto a tolice de Lughnasa. (&#8230;)</p>
<p><em>- Derfel em O Rei do Inverno, das Crônicas de Artur de Bernard Cornwell</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/03/09/lughnasa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Grito Silencioso</title>
		<link>http://caindo.com.br/2010/02/22/o-grito-silencioso/</link>
		<comments>http://caindo.com.br/2010/02/22/o-grito-silencioso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 22:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://caindo.com.br/?p=1185</guid>
		<description><![CDATA[Algumas vezes surge no meu peito um grito que eu mantenho abafado. É um grasnado gutural, rasgado e rancoroso que cava seu caminho pela traquéia arranhando e ferindo as cordas vocais.
Mas eu torço meus dedos, fecho a boca e forço-o a seco a descer garganta abaixo. Pois é um grito solitário que deve ser mantido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas vezes surge no meu peito um grito que eu mantenho abafado. É um grasnado gutural, <span id="more-1185"></span>rasgado e rancoroso que cava seu caminho pela traquéia arranhando e ferindo as cordas vocais.</p>
<p>Mas eu torço meus dedos, fecho a boca e forço-o a seco a descer garganta abaixo. Pois é um grito solitário que deve ser mantido em segredo até que eu possa libertá-lo,&#8230; quando ninguém puder me ouvir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://caindo.com.br/2010/02/22/o-grito-silencioso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
