mar 21 2016

Sobre alonedom, loneless, solitude e outros conceitos pouco aceitos

Society is afraid of alonedom, like lonely hearts are wasting away in basements, like people must have problems if, after a while, nobody is dating them. But lonely is a freedom that breaths easy and weightless and lonely is healing if you make it…
 extrato de How to be Alone, by Tanya Davis.


mar 1 2016

Oh Darkness, my old friend…

…but where are you and how to be reached?
– Darkness, Lacrimosa


fev 24 2016

Martha Jones

Martha Jones, interpretada por Freema Agyeman

Eu que outrora tive um estranho sentimento desperto por uma jurista, sou agora assaltado pelo o vigor e perspicácia refletido nos gestos de uma aspirante a residência hospitalar.

Lá estão os mesmos lábios delgados a sugerir o sorriso franco, o olhar crítico e curioso de sobrancelhas devidamente arqueadas; mas em vez dos cachos, os cabelos lhe caem soltos a emoldurar a face; todas as características a me recordar outra (ou a mesma) beleza ímpar.

Referência direta a Alesha Phillips (que encontrei a cinco anos atrás)


fev 10 2016

Sobre a escuridão particular

In the silence that only you know
What hides in the emptiness […]
In that darkness […]
Inside the loneliness […]
When the night is long
And the will is weak
What only you know

– What only you know, Dark Tranquility


nov 11 2015

Há tantas partes boas nessa música que nem sei o que citar…


jun 8 2015

Um abraço que tenho para buscar…

Ontem um abraço me foi dado; tomado talvez
Quem o iniciou precisava mais dele
Do que eu acreditei que precisava

Apesar disso, o singelo ato me alegrou e desmoronou
Pois é o primeiro abraço que tenho em oito meses
E porque é o que tenho esperado todo esse tempo

Mas o anseio e o receio caminham de mãos dadas
Desde que naquela noite, 8 meses atrás, me disse
“Devia ter te abraçado bem forte”


abr 23 2015

Ainda outra fantasia…

-continuidade a Outra fantasia…

Surgiu num outro amontoado de folhas num universo paralelo. A trança direita se desfez no caminho deixando os cachos soltos e um amarrador amarelo do Jake pendurado como se a lutar pela vida. O dragão, de escamas roxas e reluzentes se prostava ao lado dela, curioso. Ela olhou em volta e vislumbrou a mãe, de pé na varanda do quintal, vestindo uma saia estampada em verde que a menina conhecia bem. Ela segurava uma xícara de chá e o cheiro gostoso de biscoitos de canela enchia o ar. Acenou para ela, mas a mãe pareceu não notá-la. Neste universo o pai não existia, e assim também a menina não chegara a nascer. O cheio de ervas e canela se tornou mais forte, e o resto de algodão doce subitamente amargou em seus lábios. Angustiada, buscou novamente a passagem através do monte de folhas alaranjadas, mas descobriu somente um monte de cinzas. O dragão o havia incendiado. Sentou sozinha ao lado da cerca e chorou. Sozinha num sonho em que somente um dragão púrpura a poderia ver.


mar 6 2015

A typical Rhyme

Stones Grow Her NameOnly the broken hearts make you beautiful
And one has got to be mine
Only a broken heart, turned cynical
Love lost, a typical rhyme

– Only the Broken Hearts (Make you Beautiful),
Sonata Arctica


fev 17 2015

Silêncio

When the silence beckons
And the day draws to a close
When the light of your life sighs
And love dies in your eyes
Only then will I realize
What you mean to me

– Inner Silence, Anathema


fev 10 2015

O Tempo

Assim mesmo como as ondas avançam para a praia de pedrinhas,
Assim mesmo nossos minutos correm para seus fins;
Cada qual trocando de lugar com aquele que vem antes.
Em seqüência laboriosa, tudo vai seguindo em frente,
A natividade, uma vez já esteve no apogeu da luz,
Se arrasta à maturidade, onde sendo coroada,
Eclipses maldosos lutam contra sua glória,
E o Tempo, que deu, agora arruina o seu presente.
O Tempo trespassa o florescer que havia colocado na juventude.
E imprime os paralelos na testa da beleza;
Se alimenta das raridades da verdade da natureza,
E nada há que se levante, exceto que sua foice vá podar,
E contudo, aos tempos em esperanças, meu verso se quedará,
Louvando teu valor, apesar de sua mão cruel.

– Soneto LX, William Shakespeare

PS: com alguma inspiração extra por Inbetween Days, the Cure