dez 3 2010

A Æthelflæd

… Eu havia escapado de Alfredo e sentia apenas alívio pela liberdade encontrada, mas agora sua filha me convocava. E Pyrlig estava certo. Alguns juramentos são feitos com amor, e esses não podemos voltar.

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nov 27 2010

Wyn eal gedreas

Fechei os olhos. Meu mundo estava escuro, tinha ficado escuro, porque minha Gisela estava morta.

Wyn eal gedreas. Isso é parte de outro poema que às vezes ouço ser cantado no meu castelo. É um poema triste, e portanto um poema verdadeiro. Wyr bið ful ãræd, diz ele. O destino é inexorável. E wyn eal gedreas. Toda alegria morreu.
Toda a minha alegria havia morrido e eu tinha entrado na escuridão. Finan disse que uivei como um lobo, e talvez tenha mesmo, mas não lembro…

Terra em Chamas, das Crônicas Saxônicas de Bernard Cornwell


mar 9 2010

Lughnasa

Acordamos no alvorecer perfeito de Lughnasa. Houve ocasiões de pura felicidade em minha vida, e aquela foi uma. São ocasiões, acho, em que o amor está no mesmo passo da existência, ou talvez quando os Deuses querem que sejamos tolos, e nada é tão doce quanto a tolice de Lughnasa. (…)

– Derfel em O Rei do Inverno, das Crônicas de Artur de Bernard Cornwell


maio 14 2008

Voltando para Casa

[…] Simplesmente desembainhei Bafo de Serpente e instiguei meu cavalo. Mildrith gritou em protesto, mas ignorei-a. Oswald correu, e isso foi um erro, porque peguei-o com facilidade e Bafo de Serpente girou uma vez e abriu sua nuca. Pude ver miolos e sangue enquanto ele caía. Ele se retorceu no chão coberto de folhas. Girei o cavalo e cravei a espada na sua garganta.

[…] Naquela tarde, revistei a casa de Oswald e descobri 53 xelins enterrados no chão. Peguei a prata, confisquei suas panelas, a peneira, facas, fivelas e uma capa de pele de cervo, depois expulsei sua mulher e os três filhos de minhas terras. Eu tinha voltado para casa.
– O Cavaleiro da Morte, Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell

Eu voltei para casa, depois de um hiato de seis meses, estou de volta. Abro novamente os portões do meu lar e encontro as coisas em desordem. Há muito trabalho a ser feito, poeira a varrer, cacos a limpar e muitas lembranças a guardar. Fora tudo isso trago comigo muitas novas coisas na bagagem que precisam de espaço.
E não será um retorno pacífico…

jan 10 2004

Finais…

Está acabado, tudo terminado. Vi o último episódio de Noir hoje e, foi fantástico. Terminei Excalibur, e se eu pudesse choraria.
Tudo acabado, Artur nas névoas prateadas, Merlin tragado por Manawydan e todos os que amamos longe,… ou quase. Mas vocês devem estar perdidos não é mesmo? Do que estou falando?
Os últimos três meses trouxeram mais finais do que eu jamais esperei: Love Hina, Video Girl, Noir, As Crônicas de Artur, e outras tantas Batalhas, minhas Batalhas. Mas foram os tempos que eu mais vivi.

E depois?
Um novo ciclo talvez, ou a nostalgia do saudosismo? Espero minha própria resposta.

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