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	<title>Caindo &#187; morte</title>
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		<title>A garota que conseguir dizer isso me ganhou!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[gaiman]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[- original by Mary Poppins]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://images2.fanpop.com/image/photos/10900000/Vertigo-Comics-Death-Dream-and-Mary-Poppins-vertigo-comics-10940510-832-1280.jpg" title="Supercalifragilisticexpialidocious" rel="lightbox[1806]"><img class="noframe" title="supercalifragilisticexpialidocious" src="http://images2.fanpop.com/image/photos/10900000/Vertigo-Comics-Death-Dream-and-Mary-Poppins-vertigo-comics-10940510-832-1280.jpg" alt="" width="100%" /></a><br />
- original by <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Supercalifragilisticexpialidocious" title="Supercalifragilisticexpialidocious" target="_blank">Mary Poppins</a></p>
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		<title>Espera</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 21:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[versos]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Está sempre por perto, mas nunca me visita. Se me encontra na rua não me cumprimenta, desvia o olhar, sequer sorri. Curiosa ronda nossos amigos, ás vezes, visita suas casas e lá fala de mim, espero, mas nenhum recado me entregaram. Certa vez, por mensagens instântaneas combinamos um café que nunca bebemos, conversas sobre um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright noframe" title="Death" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRYUTXn2usoUiEzJAbA1zxvAQyve8evCdgCC4cWdWn3L-TAYhTN2Q" alt="" />Está sempre por perto, mas nunca me visita.<br />
Se me encontra na rua não me cumprimenta,<br />
desvia o olhar, sequer sorri.</p>
<p>Curiosa ronda nossos amigos, ás vezes,<br />
visita suas casas e lá fala de mim, espero,<br />
mas nenhum recado me entregaram.</p>
<p>Certa vez, por mensagens instântaneas<br />
combinamos um café que nunca bebemos,<br />
conversas sobre um futuro que não realizamos.</p>
<p>Me prolongo nas ruas em que passa,<br />
saio mais cedo, permaneço até mais tarde,<br />
mas me foge para um outro lugar.</p>
<p>Há uma semana espero a visita que não chega,<br />
ansiedade que me corrói como úlcera, a espera,<br />
da chegada de minha amada Morte.</p>
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		<title>Sobre a Morte, por Drizzt Do’Urden</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 22:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[rpg]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou morrendo. A cada dia, a cada sopro de ar que aspiro, mais me aproximo do final de minha vida. Pois que nascemos com um número finito de alentos, e cada uma de minhas inspirações conduz a luz do sol que é minha vida rumo ao inevitável crepúsculo. (&#8230;) Tanta gente, parece-me, se apega às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin: 0 0 1em 1em;" src="http://www.eldonthompson.com/images/Fav-Drizzt.gif" alt="" width="192" height="185" />Estou morrendo.</p>
<p>A cada dia, a cada sopro de ar que aspiro, mais me aproximo do final de minha vida. Pois que nascemos com um número finito de alentos, e cada uma de minhas inspirações conduz a luz do sol que é minha vida rumo ao inevitável crepúsculo.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><span id="more-1219"></span></p>
<p>Tanta gente, parece-me, se apega às mesmas rotinas, desempenhando os rituais do dia-a-dia com fervor quase religioso. Elas se tornam criaturas de hábitos simples. Em parte, o fazem pelo conforto proporcionado pela familiaridade, mas há outro aspecto atrelado a isso, uma crença profundamente enraizada de que desde que mantenham tudo como está, tudo continuará como está. Esses rituais são sua maneira de controlar o mundo que as cerca, o que, na verdade, não lhes é possível. Pois, ainda que sigam exatamente a mesma rotina dia após dia , a morte certamente irá encontrá-los.</p>
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		<title>I&#8217;m losing</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[cardigans]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[noite]]></category>

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		<description><![CDATA[inspirado em Cardigans&#8217; &#8211; My Favorite Game Pegou o carro, o mustang velho de guerra com a lataria carcomida pela ferrugem e uma única calota restante. Acelerou; tanto quanto podia. Poeira e pequenas pedras do asfalto voavam para trás, para o passado. Á frente somente o negro do asfalto, o vermelho do deserto e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><em>inspirado em Cardigans&#8217; &#8211; My Favorite Game</em></h6>
<p>Pegou o carro, o mustang velho de guerra com a lataria carcomida pela ferrugem e uma única calota restante. Acelerou; tanto quanto podia. Poeira e pequenas pedras do asfalto voavam para trás, para o passado. Á frente somente o negro do asfalto, o vermelho do deserto e o horizonte azulado.</p>
<p>Chegaria a tempo? Chegaria inteiro? Chegaria..?</p>
<p>Seu jogo favorito era lutar contra o tempo, contra as expectativas contrárias. Mas perdia. Sabia que lutava, perdia, e gostava. Um clube da luta, que nada, tornou-se membro exclusivo de um clube para os caídos. Mas agora, caindo ao horizonte só havia uma direção a tomar.</p>
<p>Para frente, para o horizonte. Para ela?</p>
<p>Conforme o sol descia ao horizonte e o azul se tornava negro, viu as lágrimas dela pontilhando o céu. O ponteiro do velocímetro continuava no máximo, mas o de combustível reduzia lentamente. Uma a uma apareciam em sua negra tez. Quis tocá-la, mas sua velocidade não era suficiente.</p>
<p>Ele nunca foi o suficiente para ela.</p>
<p>Manteve o pé firme no acelerador quando ela surgiu, de faróis altos e ofuscantes. Vinha do horizonte tão rapidamente que ele mal pôde abrir os braços para recebê-la. Ela o arrematou e jogou ao ar. Parecia voar, finalmente para os braços da Noite.</p>
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		<title>É junho e faz frio&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 22:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[escuridão]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[É junho e faz frio, finalmente o frio. Tive saudades e temi que ele não viesse outra vez, mas cumpriu o prometido. Ano sim, ano não, me faz tirar do armário o sobretudo, minha segunda pele e sentir novamente prazer em caminhar pela noite. A lua, meio encoberta pelas nuvens (ou seria névoa?) me observa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É junho e faz frio, finalmente o frio. Tive saudades e temi que ele não viesse outra vez, mas cumpriu o prometido.<br />
Ano sim, ano não, me faz tirar do armário o sobretudo, minha segunda pele e sentir novamente prazer em caminhar pela noite.</p>
<p>A lua, meio encoberta pelas nuvens (ou seria névoa?) me observa curiosa, atenta. Sua luz argêntea não chega a tocar-me na escuridão. Pertenço a ela, creio. E ao frio, e me criaram como pai e mãe pouco zelosos, arremessando-me para o seio da vida. Dolorosa e doce vida.</p>
<p>Filha da escuridão também a morte. Minha irmã, minha cara-metade, anseio dos meus dias, fonte do meu desejo. Se esgueira pela noite e foge, correndo por vielas que não aquelas que freqüento. Certo dia ainda a encontro, ou me encontra, não sei ao certo.</p>
<p>Enquanto isso a noite avança vagarosamente, cobrindo de lágrimas brilhantes o negrume da escuridão e trazendo o toque do pai para junto de meu peito. Dedos como adagas, sopro como o hálito de um dragão; sua voz me perturba e atordoa. Pai.</p>
<p>Renasço do frio&#8230;.</p>
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		<title>2009 &#8211; 2015</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 12:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[2015 parece um bom ano. Mas para aqueles que amam a morte, todo ano pode ser bom.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2015 parece um bom ano.<br />
Mas para aqueles que amam a morte,<br />
todo ano pode ser bom.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sorrisos para Ela</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 20:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Evitar pensar na morte parece ser o suficiente para evitá-la. É um pensamento comum nestes tempos. Não pense, não fale Nela, valha me Deus! Até prece que ela é atraída pelo simples mencionar de seu nome. Eu simplesmente não consigo compreender. Desde que me recordo, penso todos os dias na morte. Posso dizer mesmo que certas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evitar pensar na morte parece ser o suficiente para evitá-la. É um pensamento comum nestes tempos. Não pense, não fale Nela, valha me Deus! Até prece que ela é atraída pelo simples mencionar de seu nome.<span id="more-748"></span></p>
<p>Eu simplesmente não consigo compreender. Desde que me recordo, penso todos os dias na morte. Posso dizer mesmo que certas vezes a desejei e noutras a temi.<br />
Mórbido, será?</p>
<p>Pensar no início de uma vida, uma ocasião tão celebrada e querida; e não atribuir-lhe o fim é como desejar as estrelas sem clamar pela noite. A vida é um meio, um ínterim, tantas vezes tão sofrido e tão amargo. E ainda existem estes que se esforçam por convencer-se de que a vida, o momento, são tudo o que têm.</p>
<p>Considerando o fato de que estou vivo, parece-me natural o conceito da morte. É como um complemento, que além de necessário, mantém todas as coisas arrumadas em seus devidos lugares. Não ousaria me recriminar por pensar Nela. Ao contrário, fico satisfeito em saber que o faço sem temores ou culpa, e freqüentemente sorrindo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Outubro se foi&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 10:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>

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		<description><![CDATA[Outubro foi um mês de silêncio, que acredito agora ter findado. Houveram muitas coisas, fatos e histórias a serem contadas, mas poucas palavras para descrevê-las. É certo somente que volto a escrever, pois há deveres a cumprir e anseios a sanar. Estou lendo &#8220;As Intermitências da Morte&#8221; que de presente recebi da Thalita e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outubro foi um mês de silêncio, que acredito agora ter findado. Houveram muitas coisas, fatos e histórias a serem contadas, mas poucas palavras para descrevê-las.
<div>É certo somente que volto a escrever, pois há deveres a cumprir e anseios a sanar.</div>
<div></div>
<div>Estou lendo &#8220;<span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">As Intermitências da Morte</span>&#8221; que de presente recebi da Thalita e do Ferio. Ainda estranho o modo de escrever do Saramago, não pelo rebuscado não-arcaico, mas pela falta de pontuações a qual estou acostumado. Farei uma resenha mais tarde.</div>
<div></div>
<div>Volto logo,&#8230;</div>
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		<title>O Homem que a Morte deixou</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2007 23:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[prosa]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizem os antigos que certa vez a morte conheceu um homem por quem se apaixonou. Ele não era mais belo ou mais forte do que os outros, mas tinha algo nos olhos que cativou a sinistra donzela. Casaram-se então, ou viveram juntos talvez e foram felizes. Mas com o tempo, como a maior parte dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem os antigos que certa vez a morte conheceu um homem por quem se apaixonou. Ele não era mais belo ou mais forte do que os outros, mas tinha algo nos olhos que cativou a sinistra donzela. Casaram-se então, ou viveram juntos talvez e foram felizes.<br />
Mas com o tempo, como a maior parte dos relacionamentos, surgiram as mágoas e as injustiças e cada vez mais a Morte sentia-se só. Seu amado já não tinha por ela a mesma paixão, já não lhe dedicava os mesmos beijos, as antigas carícias.<br />
A Morte chorou e chorou&#8230; e certo dia se foi. Juntou os poucos pertences que lhe eram caros e deixou o lar enquanto seu esposo estava fora. E ela nunca mais o procurou. E dizem que ele permanece sozinho em sua casa até os dias de hoje, esperando que a Morte volte<br />
</p>
<p><span id="more-34"></span><br /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ela&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2007 02:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Véxo</dc:creator>
				<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[sorrisos]]></category>

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		<description><![CDATA[que já me arrancou sorrisos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>que já me arrancou sorrisos<br />
</p>
<p><span id="more-32"></span><br /></p>
]]></content:encoded>
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