abr 10 2009

Tal Mãe…

Deixou a mortalidade no último dia 23 Nicholas Hughes, filho da poetisa a quem muito admiro Sylvia Plath. Sylvia era uma pessoa melancólica e depressiva que partiu deste mundo inalando gás em sua cozinha, quando Nicholas ainda possuía somente um ano de vida. Tal como a mãe, batalhou contra a depressão e apesar disto, optou finalmente por seguir o exemplo de Sylvia, enforcando-se.

Me leva a questionar sobre a hereditariedade de certos aspectos psicológicos, ou a influência que um fato desta magnitude sobre a vida de uma pessoa. Possivelmente, ainda jovem, Nicholas fora severamente questionado sobre a atitude de sua mãe ou mesmo taxado como o “filho de Plath”. Teria isto causado ou potencializado a aparente desordem psicológica?

Ou haverá realmente um fator genético associado e, sendo assim, podemos também nós tansmitir estes aspectos a nossos decendentes?


jul 31 2008

And I still feel the pain…

Relembrando o post em 19.09.2006 sobre o Anathema e a síndrome de Plath.

Eu deveria escrever mais, isso encurtaria o sofrimento. Por outro lado eu já não sinto a dor de outrora. Parece que algo se fechou aqui dentro. Talvez a morte tenha me alcançado enfim, deixado uma marca. O frio que não se vai, o pulso que eu não sinto. Não há sangue ou dores, só a imensa falta de ar…

abr 20 2007

Como seria?

Com Werther foi violento, impulsivo e emotivo; com Ofélia foi angustiante, sufocante e frio; com a Sylvia sereno, plácido e inebriante.
Comigo, como seria?

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